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13 mar

O sucesso do seu negócio pode depender da Edge Computing

Autor: Olga MacedoCategorias: Artigos Assinados, Blog

Robert Linsdell*

 O mundo tecnológico é repleto de buzzwords, tendências e ‘inovações disruptivas’. É tão fácil perder-se em novas terminologias que, às vezes, não tomamos conhecimento ou ignoramos alguma tecnologia que causa um real impacto no mundo.

Eu acredito que edge computing recai nessa categoria. Trata-se de um termo não exatamente novo, mas muitas pessoas da indústria ainda não têm consciência do seu significado e, certamente, da sua importância para os negócios.

Nós realizamos uma pesquisa em nossa base de clientes e parceiros em toda a região Ásia Pacífico e descobrimos que quase um terço dos entrevistados não tinha pleno conhecimento desta tecnologia. Quarenta por cento dos entrevistados têm uma compreensão abrangente da tecnologia, mas somente um terço efetivamente fez mudanças em sua infraestrutura para acomodá-la.

O Gartner também realizou uma pesquisa (Gartner, Hype Cycle for Emerging Technologies, 2017, 21 de julho de 2017, Mike J. Walker) sobre o tema. Segundo esse instituto de pesquisa, “A maior parte da tecnologia para data centers edge está prontamente disponível; ainda assim, a aplicação generalizada da topologia e arquiteturas explícitas de aplicação e rede ainda não são comuns. Segue sendo necessário que as plataformas de gerenciamento de sistemas e rede sejam ampliadas para incluir unidades edge e tecnologias específicas para a função edge, tais como data thinning, compressão e análise de vídeo”.

Neste artigo, analisamos exatamente o que é a periferia da rede e por que é importante que sua empresa tenha a estratégia correta para ela.

Então, de que se trata?

A extremidade (edge) representa pontos de entrada em redes corporativas ou de provedores de serviços. Tradicionalmente, isso incluía roteadores, switches, computadores desktop etc. Nos anos recentes, a periferia se expandiu; isso foi provocado, em parte, pela disseminação de tablets, laptops, smartphones, dispositivos vestíveis e outros.

Essa explosão, um sinal de nossa gradual transição para um futuro baseado em IoT, impulsionou a necessidade de ‘edge computing’, que definimos como o processo de deslocar o poder computacional do data center para as extremidades da rede, perto de onde todos esses dispositivos estão e para os quais a maioria dos dados está, agora, sendo criada.

Considere a maneira pela qual os dados são hoje criados e processados na periferia.

Uma loja de varejo que necessite de processamento de informações de clientes em tempo real; uma agência governamental que precise localizar dados por razões de segurança; sites de mining que necessitam de analytics em tempo real de dados capturados de um drone explorador ou de um dispositivo vestível usado por trabalhadores – particularmente críticos em casos de acidente. O quadro é cristalino:  estamos desenvolvendo inovações digitais que são processadas na periferia da rede; portanto, necessitamos de alguma infraestrutura neste local, a periferia, para cuidar disso. Mais do que uma argumentação, trata-se de uma realidade premente. Implementar infraestrutura edge é vital para otimizar a maneira como a sua empresa usa a tecnologia.

Apoiando a maneira como usamos a tecnologia hoje

Agora, pense em como dependemos da tecnologia atualmente – não somente no local de trabalho, mas na vida cotidiana.

Nós usamos aplicativos para chamar um táxi, pedir alimentos, alugar nossas casas, verificar o clima, agendar feriados e quase tudo o mais. Temos pouca paciência quando esses serviços estão indisponíveis.

Essa dependência e a pouca paciência são levadas ao local de trabalho. Os funcionários – e, em particular, os funcionários mais jovens, da geração do milênio – querem uma experiência de usuário totalmente integrada em seu local de trabalho; querem que a tecnologia trabalhe para eles. Falhas, flutuações e latência estão simplesmente fora de questão.

As empresas responderam às novas exigências de um playground digital no local de trabalho por meio da proliferação dos dispositivos periféricos mencionados acima. Infelizmente há uma desconexão entre isso e a implementação da infraestrutura que precisa estar operante para apoiar esse modelo.

Se você implementa infraestrutura de edge, como um data center modular – um sistema limpo, plug-and-play, convergido – até as linhas de frente da sua empresa, as cargas de trabalho são processadas mais rapidamente e com latência mínima.

Isso significa videoconferências com áudio e vídeo sincronizados e uma experiência não arruinada por imagens pixelizadas e má qualidade de som. Isso é feito conectando o tablet ao servidor em milissegundos, não minutos. O resultado é uma melhor experiência geral do usuário (UX).

Ou seja: não faz mais sentido depender do data center, que pode estar a quilômetros de distância ou até ultrapassado, para gerenciar a periferia da rede. Uma abordagem multifacetada é necessária. Acima de tudo, a periferia está se tornando rapidamente a parte mais importante dessa abordagem.

*Robert Linsdell lidera a divisão ANZ, da Vertiv.

29 jan

UX (User Experience) em 2018: definindo os rumos da economia digital

Autor: Olga MacedoCategorias: Artigos Assinados, Blog

Paulo Henrique Pichini*

Está claro que o mundo mudou de uma batalha entre produtos para uma batalha (competição) entre experiências. Em 2018, a empresa que oferecer a melhor experiência de usuário (UX) vai ganhar o mercado. A TI é parte desta batalha mas o grande propulsor desta mudança é o usuário/consumidor, o rei. Essa realidade pode ser vista hoje nos mais avançados projetos de todas as verticais, em todas as geografias.

Na vertical finanças, por exemplo, 57% dos correntistas e investidores da geração Millenium afirmam estar prontos a mudar para uma instituição financeira que propicie uma melhor experiência digital. 9 entre 10 Millenials consultam redes sociais para decidir sobre investimentos (dados da Delloite). Nesse exato momento, grandes bancos estão tentando se reinventar para essa nova era ou, então, estão tentando comprar Fintechs que tragam para dentro dos bancos tradicionais uma nova cultura. A verdade é que a vertical finanças é apenas mais uma entre outras indústrias do mercado. A reinvenção é a ordem do dia. O usuário/consumidor usa seu smartphone como uma plataforma de negócios onde, ao toque de um dedo, deleta-se um fornecedor e baixa-se a App de outro.

Dentro desta realidade, vale a pena ficar atento a tecnologias que são especialmente capazes de engajar o usuário/consumidor. As empresas estão integrando redes de comunicação, cloud services, digital signage e automação de ambientes. A isso somam-se serviços de colaboração (caso de Spark, da Cisco, e Teams, da Microsoft) a estes ambientes. Realidade Virtual e Realidade Aumentada, IoT e video analytics também estão nem pauta.

Merecem destaque, também, as soluções de digital signage, que em ambientes públicos como shoppings, lojas e eventos jorram informações customizadas e direcionadas a perfis específicos. A inteligência da solução de digital signage chama o usuário pelo nome e comenta a última interação que ele experimentou naquele espaço. Para chegar a esse resultado, a plataforma entende quem está por ali e tenta, por meio de redes sociais, BigData/analytics, ampliar o conhecimento (perfil) sobre esse usuário. Ao final do dia, experiência do usuário é definida pela capacidade de comunicação entre o ambiente físico/digital e este ser humano. São mudanças e tecnologias disruptivas, que só fazem sentido quando acompanhadas de mudanças comportamentais por parte do ser humano.

Neste contexto, vence a empresa que oferecer a mais excelente UX. E o que seria isso?

Uma excelente UX é intuitiva e economiza o tempo do usuário.  As soluções de UX são sensoriais – sentidas e nem sempre vistas. Neste contexto, a AI (artificial intelligence) pode ser utilizada de forma criativa e sedutora, criando um espaço de interlocução com o usuário/consumidor. A boa UX é suportada por uma plataforma que permite a personalização da experiência do usuário.  Acima de tudo, a UX promove o engajamento de um usuário/consumidor a uma marca, uma pessoa, uma ideia, um ambiente físico ou virtual.

Atenção: Em 2018, para ganhar e manter um mercado, não basta a uma empresa considerar que está oferecendo ao seu usuário/consumidor uma excelente UX. É fundamental medir se isso é fato ou ficção.

Tradicionais métodos de medição/avaliação da UX online incluem tempo gasto em um web site, movimentação ao longo das páginas, o momento em que o usuário abandona a página. No mundo do varejo físico, as métricas são outras – como dwell time, o tempo que um provável comprador fica parado em frente a um determinado produto, na loja. A verdade, porém, é que não cessam de surgir novas métricas de UX – métricas que aparecem na mesma velocidade das novas tecnologias digitais, como o Snapchat Spetacles, por exemplo.

Se a experiência é o produto, as empresas precisam compreeender que o desenvolvimento da melhor UX não é tarefa de um único professional ou time (mesmo que, hoje, já exista o cargo de UX Researcher). A empresa transformada digitalmente tem de ensinar seus colaboradores que todos participam da construção da experiência do usuário/consumidor. CMO, CIO e Diretor de RH, entre outros gestores da empresa, precisam trabalhar juntos para que a mágica aconteça.

Nesse momento de profunda e radical transformação, a empresa pode precisar de ajuda externa para inovar e sofisticar continuamente a UX de seus usuários/consumidores/funcionários. É aí que entram em cena consultorias e integradoras de soluções que trabalham 24 horas por dia na reinvenção de processos e experiências digitais.  Note que estamos falando de inovação e solução disruptiva, que muda a vida das pessoas, das empresas e dos negócios. Medir resultados deste novo ambiente ou mesmo projeta-lo exige análise de tendências e não análise estatística. Futuro se estuda e define por tendências… UX é isso, neste momento.

Mas ainda falta muito a fazer. Além de tudo o que já foi dito aqui, é importante reconhecer que o Brasil não tem cursos e formação – toda uma geração de inovadores está aprendendo a partir de casos internacionais. É necessário, também, seguir derrubando as barreiras entre o que é consumer e o que é corporativo. O mundo onde essa diferencia existia está desaparecendo e o que fica é a pessoa, seus sentimentos e sensações. Melhorar a experiência é um conceito que agrada a humanos.

*Paulo Henrique Pichini é CEO & President da Go2neXt Cloud Computing Builder & Integrator

06 dez

Data centers sob ataque: a busca da segurança

Autor: Olga MacedoCategorias: Artigos Assinados, Blog

Jack Pouchet*

 Dificilmente uma semana passa sem que surja uma nova ameaça, um novo ataque ou a violação de uma grande corporação. São ataques que afetam milhares de pessoas e empresas que com ela se relacionam e que nela confiam.   O ataque do ransomware WannaCry, por exemplo, ainda está fresco em nossas memórias e os danos que causou ainda estão sendo mensurados.  A cibersegurança é muito mais que zeros e uns – todos nós somos parte do “sistema de defesa de cibersegurança”, e não apenas os consultores de segurança da informação e os departamentos de TI.

Ataques aleatórios ou direcionados a uma organização específica produzem um efeito cascata, afetando consumidores, outros setores e outras empresas.  Este efeito cascata cresce na medida em que aumentamos a interdependência das empreas à TI – o crescimento dos serviços de TI, as transações sem dinheiro em espécie e o avanço do IoT significam que os ciberataques terão um impacto cada vez maior e mais abrangente.

Data center é o coração digital das empresas

A maioria das pessoas associa os ciberataques com software – ataques vindos através de malwares, e-mails, etc.  Entretanto, neste mundo conectado, o data center em si é – por sua própria natureza – o principal ponto de conexão entre uma corporação e seus fornecedores, e mesmo ao mundo externo.  O data center – coração digital das empresas – é, sempre, uma área de alto risco.

Indisponibilidades em um data center podem paralisar uma empresa.  Os crimes cibernéticos são a segunda causa em todo o mundo – e a que mais cresce – das indisponibilidades de data centers.

Os vários nós de acesso dentro de qualquer data center – cabo, fibra, radiofrequência, etc. – precisam estar protegidos contra invasões. É comum que hackers use messes nós para acessar o data center e todos os valiosos dados que ele armazena.

Ataques DDoS

Nós de fibra, de rede e de comunicação são geralmente considerados como os alvos mais prováveis, especialmente para os massivos ataques DDoS, o tipo que derrubou mais que uma dúzia de conhecidos websites no ano passado, incluindo o Twitter, o Spotify, a Netflix e a Amazon.d

Aqui temos alguns pontos que mostram o quão danoso é um ataque DDoS para um data center (dados do Instituto Ponemon e da Vertiv):

– A frequência dos ataques DDoS aumentou 60% entre 2010 e 2015

– O custo gerado pelos ataques DDoS aumentou 31% entre 2010 e 2015, com uma média mista (com e sem inatividade) de 255 mil dólares em 2015

– Tenha certeza e que tem em mãos as soluções de segurança que protegerão seu data center.  Um ataque DDoS que cause a total paralisação do data center resulta em um custo médio de 600 mil dólares, comparado com o custo médio de 37 mil dólares para os ataques que não causam inatividades.

Como proteger seu data center

Tendo em vista estes fatos, as empresas buscam ter, agora, um claro entendimento das provisões existentes para cibersegurança.  Isto significa um plano abrangente endereçando cada aspecto, incluindo o controle das atualizações de firewalls, da detecção de ameaças e do gerenciamento, ferramentas, patches e softwares de anti-vírus.

Pelo lado do data center, isto significa ações específicas, como a obrigatoriedade do uso de soluções de gerenciamento de infraestrutura de data center (DCIM) para avaliar os ativos não utilizados ou subutilizados dentro de um data center. É bom lembrar que servidores ociosos são os principais alvos dos ataques por Trojan Horse; busca-se, também, a compartimentalização da TI, uma melhor resiliência da infraestrutura e muito mais.

Apesar de não haver uma estratégia ou uma linha de atuação clara e universalmente aceita para proteger o data center, existem várias medidas que podem ser tomadas para manter o coração digital da empresa seguro:

  • Estabeleça um perímetro, provavelmente o próprio data center, mas possivelmente incluindo as salas ao seu redor
  • Faça um inventário de todos os ativos de TI, de rede, de armazenamento e de IP; assim como de qualquer ativo conectado tanto direta quanto remotamente ao data center
  • Remova os ativos não utilizados
  • Identifique todos os usuários do data center – determine um acesso exclusivo e políticas de uso
  • Mude as senhas pelo menos a cada 90 dias
  • Crie uma política de administração obrigatória que começa com a alteração de todas as configurações padrão do Fabricante Original do Equipamento (OEM) antes de iniciar uma conexão de rede.

Outras medidas que podem ser tomadas são a participação em reuniões ou congressos de usuários de data centers locais, onde você pode falar com um especialista, ou ouvi-lo, sobre quais são as atuais ameaças e como mitigá-las. Você pode, também, contratar um especialista para apontar a verdade sobre quais são os pontos fracos de seu data center.

Padrões globais podem também estar no horizonte. A Regulamentação Geral sobre Proteção de Dados da União Européia, por exemplo, adotada em maio de 2016 e prevista para entrar em vigor em maio de 2018, deverá incluir recomendações detalhadas para a cibersegurança de data centers.

Qualquer negligência custará caro. Lembre-se: fazer agora o investimento para tornar seu data center seguro será muito menos custoso do que enfrentar as consequências de um ciberataque bem-sucedido, algo que provoca simultaneamente perdas financeiras e danos à imagem da empresa.

*Jack Pouchet é vice-presidente do desenvolvimento de mercado da Vertiv

 

05 dez

Solução Econocom de BI/Analytics colabora com inovação de banco 100% digital

Autor: Olga MacedoCategorias: Blog, Press Releases

Profissionais do Banco Neon utilizam a plataforma Tableau para, de forma rápida e intuitiva, transformar dados em insights e, a partir daí, desenvolver novos negócios e novas experiências para seus usuários 

A Econocom Brasil, subsidiária do grupo Econocom e líder em soluções de transformação digital, anuncia que o Banco Neon usa a Econocom como seu parceiro de BI/Analytics. Conhecido como o primeiro banco brasileiro 100% digital, o Banco Neon opera sem agências físicas, com experiência digital de ponta a ponta. Hoje, o Neon conta com 350 mil usuários. “Entender o comportamento dos nossos usuários é algo fundamental para que continuemos a entregar a melhor experiência possível”, explica Alexandre Alvares, CMO do Neon. “Conseguir analisar os números por trás do uso nosso produto nos ajuda a priorizar o desenvolvimento de serviços financeiros, além de colaborar, também, com a definição de aonde devemos focar nossos esforços”. Para atingir esses objetivos, o Banco Neon decidiu implementar a plataforma Tableau de inteligência de negócios. Nessa empreitada, o Banco Neon contou com serviços prestados pela Econocom.

Para Alvares, os resultados do uso da plataforma de BI/Analytics dentro do Neon já se fazem notar. “Quando iniciamos esse processo, esperávamos – e já estamos conseguindo – conquistar uma visão completa e integrada do comportamento dos nossos usuários. Essa análise deveria ser feita de forma profunda e detalhada, com um acesso fácil para quem precisa”. Em poucos meses de uso do Tableau os profissionais do Banco Neon já conseguiram elevar consideravelmente o nível de visibilidade sobre os negócios. “E, a cada novo painel, o processo se torna mais rápido”, observa Alvares.

A busca do Banco Neon pela melhor solução de business dashboard foi baseada em critérios muito claros. “Para estruturar nossa frente de inteligência, sabíamos que era necessário identificar uma ferramenta completa em termos de gama analítica e que fosse, também, escalável”, define Alvares. Ao final do processo de seleção, o time Banco Neon encontrou o que estava procurando. “Além de cumprir esses quesitos, o Tableau nos entrega diversas integrações, bem como vasto material de suporte para nos auxiliar na construção de nossas análises de negócios”.

Para André Pedrosa, country manager da Econocom Brasil, o Banco Neon vive plenamente a transformação digital e encontra, no Tableau, uma forma de transformar dados em insights que irão gerar novos negócios, novas experiências para os correntistas. “A cultura de inovação e ousadia do time Neon exige que se tenha plena visibilidade sobre os negócios – isso é algo que a plataforma Tableau entrega, e entrega de modo rápido, consistente e atraente”. A facilidade de uso desta plataforma não diminui a força do engine de análise de dados do Tableau: a solução já vem com conectores prontos para os grandes repositórios de dados corporativos como Oracle, SAP, SalesForce, etc.

Pedrosa observa que, enquanto soluções tradicionais de BI/Analytics demandam um longo tempo de projeto e implementação para começarem a mostrar resultados, o Tableau destaca-se por ser um ambiente intuitivo, de fácil aprendizagem e impacto imediato. “Clareza e inovação fazem parte do DNA do Banco Neon; a solução Tableau/Econocom colabora para a preservação desse espírito”.

Sobre a Econocom

 O grupo europeu Econocom desenha, financia e acelera a inovação digital de grandes empresas e organizações públicas.  Com faturamento de 2.5 bilhões de Euros em 2016, a Econocom conta, hoje, com 10.000 funcionários em mais de 19 países, destacando-se pela visão consultiva que dá origem a soluções inovadoras que vão do projeto à implementação e melhoria contínua dos ambientes digitais de seus clientes.

Presente no Brasil desde 2009, a Econocom conta hoje, com mais de 400 profissionais e operações em vários Estados. No Brasil, suas soluções aceleram os processos de transformação digital das empresas e garantem visibilidade, agilidade e otimização das transações de negócios, propiciando a melhor experiência dos usuários. Atende principalmente organizações dos setores financeiros, telecomunicações, serviços e governo. Seus profissionais contam com mais de 20 anos de experiência em TI e Telecom e são treinados e capacitados em algumas das principais tecnologias do mercado – isso inclui as plataformas Cisco/AppDynamics, RiverBed, Delphix, Splunk, além das próprias tecnologias do Grupo. A Econocom Brasil possui o selo de excelência em serviços gerenciados de TI ISO 20.000.

Mais informações no portal www.econocom.com.br.

 

04 dez

TIVIT reduz tempo de resposta à ataques DDoS e DNS com ajuda da F5 Networks

Autor: Olga MacedoCategorias: Blog, Cases de Sucesso

Com o uso do Silverline da F5 Networks para bloquear ataques massivos via Internet, TIVIT baixou o tempo de resposta às ameaças a minutos

Empresa que trabalha ativamente pela inovação e pela transformação digital de seus clientes, a TIVIT é líder em serviços integrados de Tecnologia na América Latina. Somente no Brasil, muitas dentre as 500 maiores empresas do país são seus clientes – este grupo inclui bancos, seguradoras, operadoras de cartões de créditos e redes de lojas físicas e virtuais, além de indústrias de diversos segmentos. Para atender a esse universo, a empresa mantém 9 data centers em toda a América Latina. A sede principal da empresa fica no Brasil, mas a TIVIT conta com operações no Chile, Colômbia, Peru, Argentina, Equador e Panamá.

Para garantir a segurança da informação de seus clientes, a TIVIT mantém uma equipe de profissionais capacitados nesta área, que tem como núcleo o SOC (Security Operation Center), com times que trabalham 24x7x365 para proteger seus clientes. “A segurança da informação permeia todas as camadas de sistemas e de pessoas que existem dentro da TIVIT. O crescimento dos ataques realizados por meio da Internet, no entanto, levou a empresa a buscar no mercado soluções de segurança escaláveis, capazes de fazer frente a essa ameaça”, diz Armando Amaral, CTO da TIVIT.

Ataques DDoS imobilizam a Internet

Como resultado desta decisão, a TIVIT integrou à sua oferta o serviço de segurança Silverline, da F5 Networks. Além de mitigar ataques DDoS (Distributed Denial of Service), o Silverline protege o ambiente da companhia contra ataques a servidores DNS (Domain Name System).

Os ataques DDoS consistem em disparar automaticamente milhares ou milhões de acessos simultâneos a um endereço da Web, o que faz com que servidores responsáveis por manter este sistema no ar não consigam atender a tamanha demanda. Já os ataques contra servidores DNS visam derrubar o sistema de endereçamento de sites da Internet. É o DNS que faz a conversão de um nome de um site (uma URL como www.tivit.com.br, por exemplo) em um endereço IP (Internet Protocol).

Para Amaral, os resultados da entrada em cena do Silverline são tangíveis. “Baixamos para minutos nossa capacidade de reagir a ataques massivos pela Internet”, enfatiza o executivo. “Somado a outras soluções, o Silverline contribuiu também para que, ao longo de 2016, ano em que muitos ataques ocorreram, garantíssemos a segurança de nossos clientes e também conquistássemos novos”. Amaral comenta, ainda, que a proatividade dos profissionais da F5 responsáveis pelo serviço Silverline foi essencial. “O time da F5 trabalha duro para filtrar imediatamente um ataque e evoluir o Silverline para enfrentar cada situação específica”, ressalta o executivo.

Aplicações Web são o foco dos hackers

A TIVIT procurou em 2016 uma forma de proteger ainda mais os processos e as aplicações de negócios de seus clientes de ataques massivos pela Internet. Ao final de um cuidadoso processo de seleção, o serviço de segurança na nuvem Silverline, da F5 Networks, foi escolhido.

O Silverline é baseado nos 5 datacenters/SOC que a F5 Networks mantém no mundo. Essa arquitetura garante a escalabilidade do Silverline, um serviço de segurança capaz de enfrentar ataques massivos, de alto volume não são bloqueados com os recursos instalados no data center de uma empresa usuária. Com o Silverline, a segurança das aplicações missão crítica que estão na nuvem é provisionada e garantida pela própria nuvem.

A inteligência F5 Networks sobre a camada de aplicações está inserida no Silverline. Com isso, os profissionais da TIVIT podem configurar o serviço de forma customizada e sob medida para a defesa das aplicações responsáveis pelos processos e negócios de seus clientes corporativos.

Umas das principais missões do Silverline é desviar para os SOC da F5 Networks os ataques DDoS sofridos pela TIVIT. Em instantes, a solução é acionada e passa a atuar como escudo da rede da TIVIT, liberando a infraestrutura da empresa para funcionar de forma habitual, como se o ataque não estivesse acontecendo. Além de passar a receber os ataques, o Silverline limpa o tráfego Web, expurgando todos os tipos de ameaças que estavam direcionadas à rede da TIVIT e de seus clientes. Ao final do processo, a ferramenta encaminha um tráfego livre de ameaças.

Rapidez de implementação do Silverline foi essencial para a TIVIT

Para atingir resultados como estes, a TIVIT tinha metas claras. “Era fundamental que o serviço entrasse em operação muito rapidamente. Desde o primeiro momento, a velocidade com que a F5 nos atendeu e colocou o Silverline no ar foi muito importante para que essa parceria acontecesse”, define Amaral. O segundo ponto era igualmente essencial: a solução tinha que ser eficaz. “Precisávamos que o serviço limpasse de fato o tráfego Web, inclusive atuando contra ameaças novas, tipo zero day”. Ainda na fase de testes da solução, os profissionais da TIVIT perceberam que o serviço de limpeza de tráfego da Internet – o “scrubbing” – era efetivo.

O teste da solução foi importante no processo de decisão. A POC da solução foi feita a princípio com tráfegos gerados por aplicações Web da própria TIVIT. “Quando percebemos que o Silverline era sólido e que funcionava bem, expandimos o teste com o tráfego de clientes; ao final do dia, nos transformamos em um usuário do Silverline. Foi um processo muito rápido”.

Para Amaral, merece destaque também a constante atualização desta oferta de segurança. “A Internet é dinâmica e novos ataques surgem todo dia”, ressalta o executivo. Para estar à altura deste contexto, é fundamental contar com um provedor que já esteja habituado a lidar com ondas DDoS gigantes.

Silverline também atua contra ataques a serviços DNS

Além de proteger a TIVIT contra ataques DDoS, o Silverline é usado também como proxy do DNS. Em outubro do ano passado, aconteceu o maior ataque contra serviços DNS da história – o principal foco foi a Dyn, empresa norte-americana responsável pelo endereçamento de sites de gigantes como Twitter, Netflix, Spotify,e Airbnb.

Mas antes deste ataque acontecer, Amaral e sua equipe já tinham contratado o serviço de DNS Proxy baseado no Silverline. “Até o ano passado, pouca gente pensava que o DNS poderia ser atacado. Hoje, no entanto, todos sabem que não adianta ter o link funcionando e o DNS não estar ativo. Portanto, a proteção do DNS é uma necessidade”, afirma Amaral.

Amaral insere o Silverline em um amplo conjunto de ações que a TIVIT realiza diariamente para enfrentar todo tipo de ataque via Internet. Consciente dos desafios que as corporações enfrentam para proteger seus negócios digitais, o CTO da TIVIT recomenda: “Não espere ser atacado. Crie uma estratégia, procure parceiros como a F5 e tenha à mão os recursos certos para cada situação de risco” encerra.

 

10 out

Nove meses de ataques digitais: 2017, um diagnóstico

Autor: Olga MacedoCategorias: Blog, Press Releases

Rafael Venâncio*

 Os nove primeiros meses do ano 2017 confirmam que este é um dos mais tumultuados períodos da história da tecnologia. A crescente digitalização da economia aumenta o impacto de ataques cada vez mais ambiciosos, volumosos e letais.

Ransomware, ataques DNS, nuvens híbridas e mobilidade são grandes destaques do ano até agora.

Violações: Eu penso que a grande marca de 2017 será o crescimento do ransomware. A Kaspersky relata um aumento de 250% no ransomware entre 2016 e 2017. Desde WannaCry até Petya e Fusob, os criminosos estão mantendo sistemas reféns – até o resgate ser pago, até a invasão ser reconhecida publicamente. O ransomware parece ser a grande tendência deste ano, com os backups salvando algumas corporações de maiores perdas. É importante destacar que, segundo o IDC, em 2016, 56% de todas as violações de dados começaram com um usuário clicando em um e-mail de phishing.

Nunca é demais ressaltar a íntima conexão entre phishing e ransomware. E-mails de phishing são a porta principal da entrada do ransomware na rede corporativa. Essa é uma frente de batalha intensa, que depende da educação contínua dos usuários finais. Recente pesquisa da Friedrich-Alexander University, da Alemanhã, mostrou a resistência do usuário em reconhecer sua parte nesta luta. Em levantamento feito por esta universidade com cerca de 2000 usuários finais, 78% dos participantes afirmaram estar conscientes do risco de se clicar em links desconhecidos. Diante de testes com e-mails falsos, 20% disseram ter caído na armadilha dos hackers e ter clicado nos links. Na verdade, 45% do universo pesquisado haviam feito isso. Ou seja, a interiorização do perigo é algo ainda a ser trabalhado junto aos usuários. Isso vale tanto para 2017 como para os anos vindouros.

DNS: O DNS é um dos mais importantes componentes de uma Internet operacional – os CISOs sabem disso, os ciber criminosos, também. Preservar a integridade do DNS é um desafio para as organizações. Embora os primeiros e massivos ataques ao DNS tenham surgido em 2016 – em outubro, o provedor de DNS Dyn sofreu um avassalador ataque DDoS, deixando inoperantes muitos websites conhecidos e câmeras conectadas à Internet – a luta continua em 2017. É o caso, por exemplo, de um novo ataque revelado este ano, o DNSMessenger, que usa consultas DNS (DNS queries) para executar comandos PowerShell maliciosos em computadores comprometidos – uma técnica que faz com que o cavalo-de-troia de acesso remoto seja difícil de ser detectado. A necessidade de proteger o DNS continua a ser premente com o influxo de dispositivos IoT; por isso, o DNS continuará a ser um alvo valioso para os criminosos.

A boa notícia é que, no Brasil, em 2017, os gestores de TI e Segurança já estão protegendo ativamente sua estrutura DNS. Sim, é verdade que alguns profissionais ficam mais focados nos ataques DDoS, que são realmente impactantes. Hoje, no entanto, todos sabem que não adianta ter o link funcionando e o DNS não estar ativo. Portanto, a proteção do DNS é uma necessidade.

Mobilidade: Em 2017, todos já sabem: nós somos móveis, nossos dispositivos são móveis e as aplicações que acessamos são móveis. A mobilidade é, simultaneamente, uma enorme capacitadora e uma enorme preocupação para as empresas. Isso só piorará. O 5G ainda demora alguns anos a chegar ao Brasil, mas as estruturas de redes móveis atuais também apresentam desafios para CISOs e CIOs.

Mobilidade é certamente uma realidade que seguirá crescendo. Os cuidados de segurança com o dispositivo móvel, no entanto, ainda são uma questão em aberto. Eu recomendo o uso de soluções centralizadas (rodando no data center, e não no smartphone) de segurança de dispositivos móveis. Essas soluções irão garantir o alinhamento desse importante ponto de acesso com as políticas de segurança da corporação. O uso crescente de VPNs é, dentro dessas políticas, uma das mais eficazes formas de proteção.

Nuvem híbrida: 2017 está sendo o ano em que a nuvem híbrida tornou-se uma opção válida e real para grande parte das empresas. Segundo o relatório deste ano da RightScale, 85 por cento das empresas tendo uma estratégia multinuvem (eram 82 por cento em 2016) estão adotando nuvens híbridas. O mesmo levantamento aponta, ainda, que os usuários de nuvem estão executando aplicações na seguinte proporção: 1,8 das aplicações que usam estão em nuvens públicas e 2,3 das aplicações que usam estão em nuvens privadas (com 5 simbolizando o total de aplicações usadas pelo usuário). Neste quadro, aumenta a procura por soluções que simplifiquem a gestão do ambiente multinuvem e, ao mesmo tempo, imprimam à gestão da nuvem híbrida/pública os mesmos controles que as empresas costumam empregar em suas nuvens privadas.

IoT: Em um relatório recente, o Gartner listou as 10 tecnologias IoT mais estratégicas para as organizações neste ano e no próximo. Essa lista inclui desde novas aplicações do IoT como uma análise cuidadosa dos elementos que vão além do IoT e podem garantir a segurança de redes que levam o conceito de missão crítica a um novo patamar. Estamos falando de redes responsáveis pelo suprimento de água e energia para uma cidade; redes que monitoram marca-passos em corações e próteses em pernas. Acredito que 2017 está sendo o ano em que o mercado está finalmente inserindo o dispositivo IoT num quadro maior, que envolve BigData, Analytics, treinamento de pessoas, mudança de cultura e, acima de tudo, consciência das batalhas que ainda estão sendo travadas em relação à segurança deste ambiente.

Em 2017, a transformação digital já é uma realidade. É hora de usuários de todas as gerações e com os mais diversos níveis de conhecimento técnico acordarem para a fato de que a preservação da segurança vai além da TI. Sim, o CISO e seu time são os grandes responsáveis pelo desenho e implementação da segurança.

Mas parte dos resultados depende do amadurecimento da cultura digital do usuário final, ainda uma grande brecha para ações de engenharia social, ransomware, phishing, etc. A segurança da sociedade digitalizada acontece quando pessoas e tecnologias colaboram entre si, num processo infinito de aprendizagem e mudança.

*Rafael Venâncio é diretor de alianças e canais da F5 Brasil

Comunicado de Prensa_Liebert APM600
09 out

Novo nobreak Vertiv aumenta a densidade energética em data centers

Autor: Olga MacedoCategorias: Blog, Press Releases

Sistema ininterrupto de energia produzido sem transformador, o Liebert® APM600 de 380V destaca-se pela alta eficiência, pela escalabilidade e por otimizar a utilização de espaço no data center

A Vertiv, anteriormente Emerson Network Power, apresentou hoje o nobreak Liebert® APM 600: um sistema grande de fornecimento ininterrupto de energia sem transformador, que oferece alta densidade de potência para instalações médias com possibilidades de crescimento. O Liebert APM600 permite aos clientes otimizar o espaço de projeto na área de infraestrutura dos data centers devido à alta densidade energética de seus módulos. Agora disponível na América Latina, o Liebert APM 600 é um nobreak de 380V, 50/60hz com capacidades de 50 até 600 kVA/Kw em uma só unidade e um máximo de 2,4 MW com unidades conectadas em paralelo.

O Liebert APM 600 está disponível em configuração distribuída. Isso permite conectar em paralelo até quatro unidades para atingir uma capacidade total de até 2400 kW. Graças à tecnologia FlexPower™ com inversores de 3 níveis, o sistema destaca-se, também, por sua escalabilidade. Essa tecnologia permite uma eficiência plena de até 96,3 por cento em dupla conversão e de 99 por cento em Eco-Mode™.

“O nobreak APM 600 oferece alta eficiência e escalabilidade em espaço reduzido, demonstrando a liderança e o compromisso da Vertiv no suporte de infraestrutura crítica para data centers”, afirmou Roberto Reyes, gerente regional para a América Latina da Vertiv.

As comunicações desse nobreak são feitas através de Internet (HTTP), Modbus ou protocolo SNMP. Além disso, a solução traz uma tela LCD em vários idiomas para que o usuário visualize informações referentes ao seu funcionamento: alarmes, configuração, inicializações, quedas, transferências e funções avançadas de medição.

O Liebert APM 600 é compatível com soluções de monitoramento como Nform, SiteScan e Life da Vertiv – plataformas que podem ajudar a garantir ou aprimorar a disponibilidade dos sistemas críticos. Isso é feito por meio da monitoração de parâmetros-chave de funcionamento da infraestrutura crítica.

Para mais informações sobre o nobreak Liebert APM 600 e as soluções de gestão de infraestrutura da Vertiv, visite VertivCo.com.

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 Sobre a Vertiv

A Vertiv projeta, constrói e repara infraestrutura crítica que capacita aplicações vitais para data centers, redes de comunicação e instalações comerciais e industriais. Anteriormente denominada Emerson Network Power, a Vertiv apoia os mercados atualmente crescentes de computação móvel e na nuvem, com um portfólio de soluções de gerenciamento de energia, térmico e de infraestrutura, incluindo as marcas ASCO®, Chloride®, Liebert®, NetSure™ e Trellis™. As vendas no ano fiscal de 2016 foram de USD 4,4 bilhões. Para mais informações, visite www.VertivCo.com.

14 ago

Rally dos Sertões 2017 usa tecnologia e inovação Go2neXt para conectar 1700 pessoas

Autor: Olga MacedoCategorias: Blog, Press Releases

Pilotos, organizadores do evento e jornalistas serão usuários de soluções e serviços Go2neXt durante a disputa; ambiente digital é baseado no Techtruck2Go, caminhão de 15 metros de comprimento que atua como o data center móvel do Rally e provê soluções de Internet, digital signage (video wall) e videoconferência ao longo de 3300 quilômetros de roteiros off-road; mudanças na organização da prova tornam ainda mais crítica a demanda de prover conectividade em regiões inóspitas

 A Go2neXt, primeira empresa brasileira de integração e construção de ambientes de computação em nuvem, anuncia que é responsável pelo ambiente digital e pela conexão à Internet do Rally dos Sertões 2017. Competição que acontecerá entre os dias 19 e 26 de agosto, o Rally percorrerá 3300 quilômetros, atravessando os estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. “Nosso desafio é prover serviços de telecomunicações de qualidade em ambientes hostis onde, muitas vezes, as redes das principais operadoras ainda não chegaram”, diz Paulo Henrique Pichini, President & CEO da Go2neXt Cloud Computing Builer & Integrator. Conhecida pelos inovadores projetos de transformação digital que desenvolve para grandes empresas, a Go2neXt leva a mesma visão para as trilhas 4×4 do Rally dos Sertões 2017. “As mudanças feitas no modelo do Rally deste ano tornaram a conexão à Internet um fator crítico: soluções conectadas irão monitorar os competidores e receber alertas de um piloto que, em meio ao cerrado, tenha sofrido um acidente ou uma falha mecânica”.  Para garantir a continuidade da prova e a segurança de seus participantes, a Go2neXt projetou um ambiente com redes redundantes: satélite, fibra, Wi-Fi, Rádio, LoRa. A base de tudo é o caminhão TechTruck2Go, da Go2neXt, um data center móvel de 15 metros de comprimento que levará o que há de mais avançado em telecomunicações, Internet das Coisas, digital signage (video wall) e videoconferência para todos os locais onde a prova estará acontecendo. “A Go2neXt vai “acender” o Rally, provendo serviços digitais para cerca de 1700 usuários: pilotos e navegadores, mecânicos, visitantes, equipe organizadora do Rally dos Sertões e jornalistas”.

 Além de entregar soluções digitais para esses públicos, a Go2neXt também participará da prova com uma equipe com o mesmo nome. Essa é a décima quarta vez que Paulo Pichini corre, como piloto, no Rally dos Sertões. Em todos esses anos, a equipe Go2neXt destacou-se pela ousadia de levar para os ambientes mais inóspitos do Brasil as mais sofisticadas soluções de tecnologia. “Sempre vi o Rally dos Sertões não somente como um hobby e, sim, como uma oportunidade de levar a inovação tecnológica ao limite, testando funcionalidades e alcance”, resume Pichini. Desde o Rally dos Sertões do ano passado, o carro 4×4 de Pichini está conectado com o caminhão TechTruck2Go. “A integração entre esses veículos em ambientes hostis é algo que já foi testado e comprovado e colaborou para que, em 2017, a Dunas Race contratasse nossos serviços”.

 Para Marcos Moraes, diretor-geral da Dunas Race, a organizadora do Rally dos Sertões, esse perfil da Go2neXt explica a escolha da empresa como provedora de serviços digitais para a prova deste ano. “Conhecemos o profissionalismo e a tecnologia desse time. A internet de excelente qualidade é fundamental em uma prova como o Rally dos Sertões; é a base para a transmissão de resultados e monitoramento dos competidores online, além do envio de conteúdos produzidos pelos jornalistas que acompanham a competição. Utilizamos as redes sociais cada vez mais, principalmente para as transmissões ao vivo”. As mudanças na organização do Rally – mais digital do que nunca – fizeram com que a criticidade do desafio aumentasse muito. “Nesse quadro, os serviços providos pela Go2neXt são fundamentais, pois a comunicação em uma competição dessa dimensão é um ponto central, algo extremamente relevante para que tudo ocorra com segurança”, diz Moraes.

TechTruck2Go conecta veículos 4×4 e o comando do Rally 

 Uma das principais novidades da edição deste ano é a entrada em cena do dispositivo Stella, a nova solução de Way Point Control adotada pelo Rally dos Sertões. Trata-se de uma plataforma inteiramente digital e conectada que envia o roteiro do dia para cada veículo da disputa. O Stella monitora se o carro percorreu efetivamente todo o percurso; a solução também transmite alertas em caso de acidentes e ou falhas mecânicas. Esse olhar digital serve, ainda, para avisar o piloto sobre a proximidade de um outro veículo, algo difícil de ser visualizado em meio à poeira da trilha ou à escuridão da área rural. A comunicação entre cada Stella instalado nos veículos 4×4 e o comando do Rally é garantida pelos serviços de conexão providos pela Go2neXt.

 Para a Go2neXt, o Stella é mais um dispositivo que dependerá, durante o Rally dos Sertões 2017, dos serviços conectados providos pelo TechTruck2Go. “Nosso projeto contempla todas as demandas de cada público, cada aplicação usada durante a disputa”, detalha Pichini. Além dos serviços de acesso à Internet, o projeto Go2neXt equaciona os desafios de segurança da informação dos sistemas que serão usados durante a prova. Uma vitrine do que há de mais avançado em Internet das Coisas (IoT), o TechTruck2Go irá servir, também, como centro de suporte aos briefings diários da organização do Rally. “Câmeras inteligentes, soluções de Digital Signage que formam um video wall e um ambiente de videoconferência estarão disponíveis para esses briefings diários”, descreve Pichini. Outro destaque do TechTruck2Go serão óculos 3D em que será possível visualizar, por meio de uma aplicação de Realidade Virtual, tudo o que Paulo Pichini vivenciou na trilha 4×4. “Nossa meta é prover para todo o público do Rally dos Sertões 2017 uma experiência digital sensacional. Queremos que os serviços e soluções Go2neXt tornem ainda mais memorável a disputa que, este ano, completa 25 anos”.

 Nesta edição, a equipe Go2neXt (carro 4×4 e caminhão TechTruck2Go) é patrocinada pela Comstor/Cisco. Essa empresa é responsável pelos roteadores usados pela equipe – isso inclui o router 829, instalado no carro pilotado por Paulo Pichini e conectado ao OBD do veículo. Na área de Digital Signage/Video Wall, o grande parceiro da Go2neXt é a Leyard/Planar. A Policom trouxe para o TechTruck2Go o rack de servidores e roteadores, entre outras soluções de infraestrutura. No quesito câmeras IoT com recursos de Video Analytics, Dahua e Policom trabalharam juntas para trazer o que há de mais avançado nesta área para os veículos da equipe Go2neXt. A Dahua, em especial, também contribuiu com um drone de alta tecnologia. Os serviços de Telecomunicações que a Go2neXt está levando ao Rally dos Sertões 2017 são oferecidos pela BT e por diversos provedores das regiões atravessadas pelo Rally.

Sobre a Go2neXt

 Empresa brasileira de integração e construção de ambientes de computação em nuvem, a Go2neXt vê a nuvem como a infraestrutura onde, com agilidade e redução de custos, é possível implementar inovadoras soluções de Internet das Coisas, BigData/Analytics, Data Center virtualizado, entre outras. A empresa propõe soluções que permitam que seus clientes mantenham o foco e a atenção no negócio final, de maneira a usar a tecnologia como uma alavanca de resultados. Isso acontece sem desprezar o legado existente, que deve cooperar e interoperar com os novos ambientes e soluções. A Go2neXt conta com um ecossistema de parceiros que inclui Cisco, Microsoft, Apple, Leyard/Planar, Dahua, British Telecom, Calamp, Citrix, EMC, Palo Alto, Aruba, Meraki, VCE, VMware e Westcon.

O portfólio Go2neXt inclui consultoria, projeto, implementação e gerenciamento de redes, de ambientes baseados em serviços gerenciados e de ambientes de computação em nuvem. A empresa é liderada por Paulo Pichini e Murilo Serrano, executivos com mais de 30 anos de experiência no mercado global de soluções de TI.

Mais informações no portal www.go2next.com.br.

f5 soluções
08 ago

F5 anuncia faturamento de US$ 517,8 milhões no terceiro trimestre do ano fiscal 2017

Autor: Olga MacedoCategorias: Blog, Press Releases
 
Resultado representa um aumento de 4,3% em relação aos US$ 496,5 milhões conquistados no mesmo período de 2016; o ano fiscal da F5 Networks termina em 30 de setembro
 
A F5, líder em soluções de ADN (Application Delivery Networking) – tecnologia que garante a entrega de aplicações rodando em ambiente Web – anunciou uma receita de US$ 517,8 milhões no terceiro trimestre fiscal de 2017, encerrado em 30 de junho. Comparando esse valor com o faturamento do mesmo quarter em 2016, isso significa um salto de 4,3%, o que equivale a US$ 21,3 milhões de dólares a mais.
 
O ano fiscal da F5 Networks termina no dia 30 de setembro.
 
Rita D’Andrea, country manager da F5 no Brasil, explica que esse crescimento, foi impulsionado pela adoção de aplicações e soluções de segurança iSeries, além de receitas referentes a Serviços. Esse resultado mostra, também, o impacto das vendas da região EMEA, que engloba Europa, Oriente Médio e África e no Japão.
 
Outro fator que influenciou diretamente essa receita foi o lançamento de novos produtos como o Application Connector 1.0 para conexão de infraestruturas de aplicações em nuvem pública e privada e suporte a BIG-IP na Google Cloud Platform. “Isso, com toda a certeza, reforçou a posição da F5 nos grandes projetos de nuvem múltipla”, afirma Rita D’Andrea.
 
Mesmo que a F5 tenha atingido um resultado 4,3% maior em relação ao ano anterior e uma forte lucratividade no terceiro trimestre, a porta-voz da F5 no Brasil diz que o desempenho em receita de produtos esteve abaixo das expectativas, particularmente na Europa e no Japão.
 
Para voltar a crescer
 
A retomada do crescimento da receita de produtos é a maior prioridade da companhia já para o próximo quarter. “Para o quarto trimestre do ano fiscal de 2017, com término em 30 de setembro, estabelecemos uma meta de receita de US$ 530 milhões a US$ 540 milhões”.
 
Para atingir essa meta, a country manager enfatiza que toda a equipe da F5 está focada em assegurar que as soluções da F5 se adequem às crescentes necessidades de implementação de aplicações de seus clientes, além de aumentar a relevância da empresa em fornecer serviços de aplicação cada vez mais seguros.
 
Uma reconciliação dos lucros GAAP e não-GAAP esperados pela empresa aparece na tabela abaixo:
 
Three months ended September 30, 2017
Reconciliation of Expected Non-GAAP Fourth Quarter Earnings
Low
High
 
Net income
$104.8
$106.8
Stock-based compensation expense
$44.0
$44.0
Amortization of purchased intangible assets
$2.8
$2.8
Tax effects related to above items
$(11.3)
$(11.3)
Non-GAAP net income excluding stock-based compensation expense and amortization of purchased intangible assets
$140.3
$142.3
 
Net income per share – diluted
$1.64
$1.67
Non-GAAP net income per share – diluted
$2.20
$2.23
 
Forward Looking Statements
This press release contains forward-looking statements including, among other things, statements regarding the continuing strength and momentum of F5’s business, future financial performance, sequential growth, projected revenues including target revenue and earnings ranges, income, earnings per share, share amount and share price assumptions, demand for application delivery networking, application delivery services, security, virtualization and diameter products, expectations regarding future services and products, expectations regarding future customers, markets and the benefits of products, and other statements that are not historical facts and which are forward-looking statements. These forward-looking statements are subject to the safe harbor provisions created by the Private Securities Litigation Reform Act of 1995. Actual results could differ materially from those projected in the forward-looking statements as a result of certain risk factors. Such forward-looking statements involve risks and uncertainties, as well as assumptions and other factors that, if they do not fully materialize or prove correct, could cause the actual results, performance or achievements of the company, or industry results, to be materially different from any future results, performance or achievements expressed or implied by such forward-looking statements. Such factors include, but are not limited to: customer acceptance of our new traffic management, security, application delivery, optimization, diameter and virtualization offerings; the timely development, introduction and acceptance of additional new products and features by F5 or its competitors; competitive factors, including but not limited to pricing pressures, industry consolidation, entry of new competitors into F5’s markets, and new product and marketing initiatives by our competitors; increased sales discounts; uncertain global economic conditions which may result in reduced customer demand for our products and services and changes in customer payment patterns; global economic conditions and uncertainties in the geopolitical environment; overall information technology spending; litigation involving patents, intellectual property, shareholder and other matters, and governmental investigations; natural catastrophic events; a pandemic or epidemic; F5’s ability to sustain, develop and effectively utilize distribution relationships; F5’s ability to attract, train and retain qualified product development, marketing, sales, professional services and customer support personnel; F5’s ability to expand in international markets; the unpredictability of F5’s sales cycle; F5’s share repurchase program; future prices of F5’s common stock; and other risks and uncertainties described more fully in our documents filed with or furnished to the Securities and Exchange Commission, including our most recent reports on Form 10-K and Form 10-Q and current reports on Form 8-K that we may file from time to time, which could cause actual results to vary from expectations. The financial information contained in this release should be read in conjunction with the consolidated financial statements and notes thereto included in F5’s most recent reports on Forms 10-Q and 10-K as each may be amended from time to time. All forward-looking statements in this press release are based on information available as of the date hereof and qualified in their entirety by this cautionary statement. F5 assumes no obligation to revise or update these forward-looking statements.
 
GAAP to non-GAAP Reconciliation
F5’s management evaluates and makes operating decisions using various operating measures. These measures are generally based on the revenues of its products, services operations and certain costs of those operations, such as cost of revenues, research and development, sales and marketing and general and administrative expenses. One such measure is net income excluding stock-based compensation, amortization of purchased intangible assets and acquisition-related charges, net of taxes, which is a non-GAAP financial measure under Section 101 of Regulation G under the Securities Exchange Act of 1934, as amended. This measure consists of GAAP net income excluding, as applicable, stock-based compensation, amortization of purchased intangible assets and acquisition-related charges. This measure of non-GAAP net income is adjusted by the amount of additional taxes or tax benefit that the company would accrue if it used non-GAAP results instead of GAAP results to calculate the company’s tax liability. Stock-based compensation is a non-cash expense that F5 has accounted for since July 1, 2005 in accordance with the fair value recognition provisions of Financial Accounting Standards Board (“FASB”) Accounting Standards Codification (“ASC”) Topic 718 Compensation—Stock Compensation (“FASB ASC Topic 718”). Amortization of intangible assets is a non-cash expense. Investors should note that the use of intangible assets contribute to revenues earned during the periods presented and will contribute to revenues in future periods. Acquisition-related expenses consist of professional services fees incurred in connection with acquisitions. In addition, expense related to a jury verdict and other associated costs of that patent litigation have been excluded from GAAP net income for the purpose of measuring non-GAAP earnings and earnings per share in fiscal 2016 and 2017.
 
Management believes that non-GAAP net income per share provides useful supplemental information to management and investors regarding the performance of the company’s core business operations and facilitates comparisons to the company’s historical operating results. Although F5’s management finds this non-GAAP measure to be useful in evaluating the performance of the core business, management’s reliance on this measure is limited because items excluded from such measures could have a material effect on F5’s earnings and earnings per share calculated in accordance with GAAP. Therefore, F5’s management will use its non-GAAP earnings and earnings per share measures, in conjunction with GAAP earnings and earnings per share measures, to address these limitations when evaluating the performance of the company’s core business. Investors should consider these non-GAAP measures in addition to, and not as a substitute for, financial performance measures in accordance with GAAP.
 
F5 believes that presenting its non-GAAP measure of earnings and earnings per share provides investors with an additional tool for evaluating the performance of the company’s core business and which management uses in its own evaluation of the company’s performance. Investors are encouraged to look at GAAP results as the best measure of financial performance. However, while the GAAP results are more complete, the company provides investors this supplemental measure since, with reconciliation to GAAP, it may provide additional insight into the company’s operational performance and financial results.
 
For reconciliation of this non-GAAP financial measure to the most directly comparable GAAP financial measure, please see the section in our Consolidated Income Statements entitled “Non-GAAP Financial Measures.”
 
  • Consolidated Balance Sheets
  • Consolidated Statement of Operations
  • Consolidated Statements of Cash Flows
  
###
 
Sobre a F5
 
A F5 provê soluções para o universo das aplicações. A F5 ajuda as organizações a criarem soluções escaláveis de computação em nuvem, data center e SDN (Software Defined Network, rede definida por software). Em todos os casos, a tecnologia F5 garante a entrega das aplicações a qualquer usuário, em qualquer lugar, a qualquer momento. A plataforma F5 amplia o alcance das soluções de TI – isso é feito com a ajuda de um rico ecossistema de parceiros da F5, incluindo fornecedores de soluções para orquestração de data centers. Um dos destaques da estratégia de negócios da F5 é sua flexibilidade, permitindo que os usuários projetem o modelo de infraestrutura que melhor atenda às suas necessidades. As maiores empresas globais confiam na F5 para estar à frente das tendências de computação em nuvem, segurança e mobilidade. A companhia, que tem sede em Seattle, Estados Unidos, atua no mercado brasileiro desde 2001, através de distribuidores e revendas. No final de 2005, a F5 instalou oficialmente sua subsidiária brasileira, em São Paulo. Mais informações: www.f5.com
07 ago

Relatório da Vertiv mostra quais são as indústrias mais críticas do mundo 

Autor: Olga MacedoCategorias: Blog, Press Releases

Energia, transportes públicos e telecomunicações ocupam as primeiras posições e destacam-se como setores que atuam como alicerces da sociedade atual; a inatividade das empresas dessas áreas provocam falhas em todas as outras indústrias

A Vertiv™, anteriormente Emerson Network Power, revela em seu mais recente relatório, Classificação das Indústrias Mais Críticas do Mundo, que os serviços de energia, incluindo eletricidade, gás, energia nuclear e tratamento de águas, são os setores da economia mais críticos do mundo. De acordo com Jack Pouchet, vice-presidente do desenvolvimento de mercado da Vertiv, a companhia reuniu um grupo de especialistas de infraestruturas críticas globais para quantificarem e classificarem, de forma sistemática, a criticidade de várias indústrias com base em 15 critérios. “Transportes públicos (em particular os transportes ferroviários e aéreos), posicionam-se na segunda posição da lista, seguidos das telecomunicações, atividades de óleo e gás, armazenamento em nuvem e instalações compartilhadas”, afirma Pouchet.

 O executivo explica que o grupo de especialistas estabeleceu os critérios que definem os vários potenciais impactos a partir da perda da disponibilidade de sistemas críticos, avaliando-os com base na gravidade do impacto. Ele acredita que o denominador comum no topo dessa lista é a interconexão entre essas indústrias.

Para o VP de desenvolvimento de mercado da Vertiv, esses setores são importantes para os alicerces da sociedade atual, por isso, os períodos de inatividade em uma dessas áreas podem ecoar por todas as indústrias e por todo o mundo. “Essa realidade não tem volta; ao contrário. A criticidade aumenta à medida que o nosso mundo se torna mais móvel, mais conectado e com mais dispositivos Internet das Coisas”.

 Outros destaques do estudo

 Jack Pouchet relata que, segundo o relatório, energias e águas limpas são necessidades fundamentais em uma sociedade desenvolvida. São setores da economia que suportam a maioria das outras indústrias e serviços. Esse quadro torna os serviços de energia uma escolha óbvia para o lugar de indústria mais crítica.

O VP destaca, ainda, que os transportes públicos situam-se em segundo lugar, com os especialistas mencionando não só a segurança dos passageiros, mas também o impacto maciço que os atrasos e interrupções podem ter em vários negócios e mercados no mundo. Dando continuidade à lista, Pouchet conta que a terceira posição, ocupada pelas telecomunicações, reflete a importância da comunicação e da conectividade em atividades pessoais e empresariais, bem como em situações de emergência.

O impacto no setor financeiro

 O estudo avalia, ainda, que os serviços financeiros completam a lista das principais indústrias em termos dos impactos financeiros dos períodos de inatividade não planejados. Segue-se o comércio eletrônico, juntamente com o armazenamento da nuvem e instalações. O grupo de especialistas identificou, também, o armazenamento em nuvem e instalações compartilhadas como algums dos setores em mais rápida ascensão, sendo cada vez mais críticas.

O armazenamento em nuvem e instalações compartilhadas continua acelerando, é o que afirma o especialista Tony Gaunt, diretor sênior de instalações compartilhadas, nuvem, setor financeiro, serviços financeiros e seguradoras para a Vertiv na Ásia. Para Gaunt, o armazenamento em nuvem e instalações compartilhadas também se posicionam na quinta posição da lista global de indústias mais críticas devido ao aumento da dependência dessas plataformas em vários negócios.

 “Estamos no início da curva ascendente da adoção da nuvem por parte das indústrias nucleares e é provável que os serviços críticos do futuro (as redes da IoT que suportam pequenas cidades e fábricas, por exemplo) venham a ser desenvolvidos na nuvem”, conclui Tony Gaunt.

 A lista completa de setores críticos, bem como a análise de categorias específicas, indústrias em ascensão e a metodologia de classificação estão disponíveis no relatório Classificação das Indústrias Mais Críticas do Mundo. Para ver a classificação das outras indústrias, use a Calculadora de Criticidade. Para obter mais informações sobre tecnologias e soluções de disponibilidade de rede e conteúdos adicionais da Vertiv, visite VertivCo.com.

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 Sobre a Vertiv

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