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13 set

Pesquisa da F5 revela que a colaboração entre NetOps e DevOps é o segredo de um mundo multinuvem ideal

Autor: Olga MacedoCategorias: Press Releases

Levantamento com mais de 850 operadores de rede (NetOps) e desenvolvedores de software (DevOps) sinalizou uma compreensão comum de objetivos mais amplos na hora de equilibrar flexibilidade, controle e automação ao escalar capacidades de TI

A F5 Networks, líder em soluções de ADN (Application Delivery Networking) – tecnologia que garante a entrega de aplicações rodando em ambiente Web – constatou em sua pesquisa realizada com mais de 850 profissionais de TI NetOps (operadores de rede) e DevOps (desenvolvedores de software) que a vontade dos dois grupos de equilibrar flexibilidade, controle e automação ao escalar capacidades de TI é o que possibilitará a criação de um ambiente multinuvem muito mais adequado para as empresas. Ben Gibson, Vice-presidente executivo e Chief Marketing Officer da F5, conta que, tradicionalmente, era um verdadeiro desafio reunir NetOps, DevOps e fazer com que eles dialogassem. “A enquete da F5 indicou que eles estão amplamente alinhados em prioridades, com interesses convergentes em torno do pipeline de produção de TI e das capacidades de automação”, ressaltou.

O VP e CMO da F5 explica que, durante a pesquisa, tanto o pessoal de rede quanto o de desenvolvimento demonstraram ter uma compreensão comum dos objetivos mais amplos; além disso, os dois grupos acreditam que a outra função está priorizando a coisa certa para entregar ao cliente o ambiente multinuvem ideal. “Todavia, vale afirmar que, enquanto os DevOps buscam mais acesso aberto ao pipeline de implementação para impulsionar a velocidade de inovação, os NetOps podem ser muito mais cautelosos no tocante às permissões — presumivelmente porque são eles que carregam a responsabilidade em caso de comprometimento de segurança, disponibilidade ou desempenho”.

Outro ponto comum que foi possível detectar com a enquete é que tanto NetOps quanto DevOps estão interessados em introduzir tecnologias e métodos emergentes referentes a automação e autosserviço no pipeline de produção de TI. “Acreditamos que isso pode estar ligado à rápida adoção de soluções baseadas na nuvem e à flexibilidade que elas fornecem”, especula Ben Gibson.

 Principais Descobertas da Pesquisa

 

  • Diferenças impulsionando implementações multinuvem – A maioria dos DevOps (65%) admitiu ser “muito” ou “um pouco” influenciada no sentido de adotar soluções de nuvem com capacidades de automação/autosserviço. Com relação a isso, uma parcela significante dos NetOps (44%) indicou que o uso de tecnologias de nuvem externas pelos DevOps afeta “um pouco” seu desejo de prover acesso ao pipeline (recursos de produção de TI), com 21% adicionais declarando que isso os influencia “muito”. Um resultado disso é o uso de múltiplas soluções de nuvem e provedores em toda a área de TI, complicando ainda mais o processo de entrega, implementação e escalação de aplicações que suportam esforços de transformação digital.

 

  • Dissonância em torno do acesso ao pipeline – A enquete revelou uma diferença de opinião quanto ao nível ideal de acesso compartilhado a recursos de produção (pipeline). 45% dos DevOps acreditam que deveriam ter acesso a, no mínimo, 75% do pipeline de produção, com significantemente menos (31%) dos NetOps entrevistados atribuindo o mesmo grau de importância ao acesso dos DevOps, sugerindo uma parcial desconexão em torno de expectativas e melhores práticas na área de TI. Esse desalinhamento pode dificultar os esforços de aprimoramento de processos e entrega de aplicações de que o negócio necessita para ter sucesso em uma economia digital.

 

  • NetOps e DevOps respeitam as prioridades uns dos outros – Dentro de cada grupo, mais de 75% do pessoal de NetOps e DevOps acreditam que a outra função esteja priorizando “as coisas certas” em TI, sinalizando uma compreensão comum dos objetivos mais amplos. Além disso, os grupos estão razoavelmente alinhados quanto ao ritmo de entrega de aplicações e serviços, com a frequência das implementações satisfazendo uma significante maioria dos pessoais de DevOps (70%) e NetOps (74%).

Sobre a F5

 A F5 aumenta a velocidade, a inteligência e a segurança das aplicações de algumas das maiores organizações do mundo: corporações, provedores de serviços de Telecomunicações, órgãos governamentais e grandes empresas consumer. A F5 entrega soluções de nuvem e de segurança que permitem às organizações atender às demandas da sua infraestrutura de aplicações; isso é feito com rapidez e controle.  Para mais informações, visite www.f5.com. Você pode, também, seguir @f5networks no Twitter ou nos encontrar no LinkedIn e no Facebook.

 

tom
06 set

Distribuidoras de Energia se Classificam em Primeiro Lugar na Lista das Indústrias Mais Críticas do Mundo

Autor: Olga MacedoCategorias: Artigos Assinados

Tom Nation*

 Quando a Vertiv avaliou as indústrias mais críticas do mundo, as distribuidoras de energia se classificaram em primeiro lugar.

 Isto não deve ser uma surpresa para os profissionais de data center que instalam arquiteturas elétricas de alta disponibilidade para proteger seus equipamentos da menor interrupção possível no fornecimento de energia. Apesar dos avanços em energia renovável e geração on-site, muitos data centers ainda são dependentes da eletricidade fornecida pela distribuidora.

 E o mundo cada dia mais depende dos data centers – Serviços de Nuvem e Colocação são o quinto negócio mais crítico em nosso relatório – e certamente não estão sozinhos em sua dependência da distribuidora. Praticamente todas as indústrias que analisamos, de serviços financeiros a transporte de massa e manufaturação, estariam paralisadas por uma falta de energia prolongada. Não somente dependemos diretamente das distribuidoras de energia em nossas casas e locais de trabalho, mas mais e mais os serviços que usamos diariamente no nosso crescente mundo digital dependem das distribuidoras de energia.

 Essa dependência fundamental, e as consequências resultantes da falta de eletricidade, tornaram as distribuidoras de energia o claro líder em nossa classificação.

 Ainda assim, como outras indústrias críticas, muitos de nós consideram que a disponibilidade de energia elétrica será sempre garantida. Poucos de vocês que leem este artigo em seus computadores acordaram hoje pela manhã curiosos se iriam ou não viver uma situação de falta de energia hoje.

 Isso é impressionante quando você considera a complexidade da rede de distribuição de energia. Recentemente chamada de “a maior máquina interconectada da Terra” pela revista Scientific American, a rede de distribuição de energia dos Estados Unidos, de acordo com a revista, consiste em “mais de 7.000 usinas elétricas, 55.000 subestações, 257.000 quilômetros de linhas de transmissão de alta-voltagem e milhões de linhas de distribuição de baixa-voltagem. ”

 Essa rede de sistemas físicos e digitais interdependentes deve trabalhar conjuntamente para suprir as demandas de energia, enquanto evolui para se adaptar às mudanças na tecnologia e das fontes de energia. Como qualquer gestor de data center que tentou modernizar dispositivos de legado, sabe que não é fácil implementar tecnologias, como a que a indústria de distribuição de energia está fazendo com a tecnologia de rede inteligente, sem causar interrupções nos serviços.

 Ainda, como o Relatório Vertiv de Falta de Energia, uma compilação de relatórios públicos de falta de energia nos Estados Unidos mostra que a indústria foi bem-sucedida em antecipar esforços para modernizar a rede de distribuição. Embora não raro, muitas quedas de energia têm escopo limitado e muitas estão relacionadas com o clima.

 Além da instalação da rede de distribuição inteligente, a indústria de distribuição está tendo que se adaptar às mudanças da origem dos combustíveis usados para criar energia, particularmente o gás natural e a energia renovável, a qual alguns acreditam que poderia, em última análise, comprometer a confiabilidade.

 Mas enquanto a indústria parece estar gerenciando essa mudança com eficácia, outra ameaça potencialmente mais séria surge: segurança digital. Conforme a rede de distribuição se torna mais dependente dos computadores, também se torna mais vulnerável a ataques cibernéticos, como o bem-sucedido ataque a rede de distribuição de energia da Ucrânia em 2015. Como qualquer indústria que esteja conectando dispositivos em rede e se tornando mais digital, as distribuidoras de energia devem desenvolver planos para proteger suas redes contra uma ameaça imprevisível: terroristas cibernéticos.

 A boa novidade é que a rede de distribuição hoje é a mais confiável que já existiu. A má notícia é, é virtualmente impossível de prevenir falhas isoladas em um sistema tão espalhado, complexo e exposto – e as ameaças surgem no horizonte.

 Com tantas indústrias críticas dependendo da rede de energia, a necessidade de infraestrutura crítica para proteger os sistemas de serem afetados por quedas de energia se mantem crítico para nossa possibilidade de continuar a usar a tecnologia e melhorar como trabalhamos e vivemos.

 *Tom Nation é vice-presidente e gerente geral de serviços de sistemas de energia da Vertiv North America.

15 ago

F5 é apontada pelo Gartner como Líder do Quadrante Mágico de Firewalls para Aplicações Web (WAF)

Autor: Olga MacedoCategorias: Press Releases

Reconhecimento reflete a confiança dos clientes nas soluções de segurança da F5

  A F5 Networks, fornecedora de soluções de ADN (Application Delivery Networking) – tecnologia que garante a entrega de aplicações rodando em ambiente Web – foi apontada como líder no Quadrante Mágico do Gartner de Firewalls para Aplicações Web (WAF). De acordo com os analistas do Gartner, os WAFs devem proteger aplicações web e APIs contra uma variedade de ataques, isso inclui ataques de negação de serviço (DoS) na camada de aplicação. Outro ponto importante é que as soluções WAF devem, também, proporcionar proteção baseada em assinatura, e ainda, suportar modelos positivos de segurança e/ou detecção de anomalias.

Ben Gibson, Vice-presidente Executivo e Chief Marketing Officer da F5, ressalta que a solução de Application Security Manager – o WAF da empresa – sempre foi um dos produtos mais populares da F5 e, que cada vez mais, diversos clientes têm confiado nela para proteger seus apps contra ameaças e vulnerabilidades.

O executivo conta, ainda, que a F5 expandiu seu portfólio de ofertas para atender as reais necessidades de seus clientes, na nuvem, garantindo a mesma expertise e segurança do WAF tradicional. “Agora contamos com um serviço gerenciado via Silverline WAF, além de um portal de autosserviço ágil e de fácil implementação via Silverline WAF Express. Temos, ainda, o Microsoft Azure como um serviço ‘clique para implementar’ em mercados de nuvem pública”, disse Gibson.

Para Ben Gibson, essa colocação no Quadrante Mágico reflete a confiança depositada pelos clientes nas soluções de WAF da F5 ao protegerem suas aplicações on-premises e, de maneira crescente na nuvem.

O texto completo do relatório Quadrante Mágico de Firewalls para Aplicações Web 2017 pode ser acessado em https://interact.f5.com/F5_GartnerMQ2017_WAF.html

Sobre o Quadrante Mágico

 A Gartner não endossa qualquer fornecedor, produto ou serviço que aparece em suas publicações de pesquisa, e não aconselha os usuários de tecnologia a escolherem somente os fornecedores que receberam as melhores classificações ou outra designação. As publicações de pesquisa da Gartner consistem nas opiniões da organização de pesquisa Gartner e não devem ser interpretadas como afirmações de fatos. A Gartner se exime de todo tipo de garantia, explícita ou implícita, referente a essa pesquisa, incluindo qualquer garantia de comerciabilidade ou adequação a determinado propósito

Sobre a F5

 A F5 provê soluções para o universo das aplicações. A F5 ajuda as organizações a criarem soluções escaláveis de computação em nuvem, data center e SDN (Software Defined Network, rede definida por software). Em todos os casos, a tecnologia F5 garante a entrega das aplicações a qualquer usuário, em qualquer lugar, a qualquer momento. A plataforma F5 amplia o alcance das soluções de TI – isso é feito com a ajuda de um rico ecossistema de parceiros da F5, incluindo fornecedores de soluções para orquestração de data centers. Um dos destaques da estratégia de negócios da F5 é sua flexibilidade, permitindo que os usuários projetem o modelo de infraestrutura que melhor atenda às suas necessidades. As maiores empresas globais confiam na F5 para estar à frente das tendências de computação em nuvem, segurança e mobilidade. A companhia, que tem sede em Seattle, Estados Unidos, atua no mercado brasileiro desde 2001, através de distribuidores e revendas. No final de 2005, a F5 instalou oficialmente sua subsidiária brasileira, em São Paulo. Mais informações: www.f5.com

14 ago

Rally dos Sertões 2017 usa tecnologia e inovação Go2neXt para conectar 1700 pessoas

Autor: Olga MacedoCategorias: Blog, Press Releases

Pilotos, organizadores do evento e jornalistas serão usuários de soluções e serviços Go2neXt durante a disputa; ambiente digital é baseado no Techtruck2Go, caminhão de 15 metros de comprimento que atua como o data center móvel do Rally e provê soluções de Internet, digital signage (video wall) e videoconferência ao longo de 3300 quilômetros de roteiros off-road; mudanças na organização da prova tornam ainda mais crítica a demanda de prover conectividade em regiões inóspitas

 A Go2neXt, primeira empresa brasileira de integração e construção de ambientes de computação em nuvem, anuncia que é responsável pelo ambiente digital e pela conexão à Internet do Rally dos Sertões 2017. Competição que acontecerá entre os dias 19 e 26 de agosto, o Rally percorrerá 3300 quilômetros, atravessando os estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. “Nosso desafio é prover serviços de telecomunicações de qualidade em ambientes hostis onde, muitas vezes, as redes das principais operadoras ainda não chegaram”, diz Paulo Henrique Pichini, President & CEO da Go2neXt Cloud Computing Builer & Integrator. Conhecida pelos inovadores projetos de transformação digital que desenvolve para grandes empresas, a Go2neXt leva a mesma visão para as trilhas 4×4 do Rally dos Sertões 2017. “As mudanças feitas no modelo do Rally deste ano tornaram a conexão à Internet um fator crítico: soluções conectadas irão monitorar os competidores e receber alertas de um piloto que, em meio ao cerrado, tenha sofrido um acidente ou uma falha mecânica”.  Para garantir a continuidade da prova e a segurança de seus participantes, a Go2neXt projetou um ambiente com redes redundantes: satélite, fibra, Wi-Fi, Rádio, LoRa. A base de tudo é o caminhão TechTruck2Go, da Go2neXt, um data center móvel de 15 metros de comprimento que levará o que há de mais avançado em telecomunicações, Internet das Coisas, digital signage (video wall) e videoconferência para todos os locais onde a prova estará acontecendo. “A Go2neXt vai “acender” o Rally, provendo serviços digitais para cerca de 1700 usuários: pilotos e navegadores, mecânicos, visitantes, equipe organizadora do Rally dos Sertões e jornalistas”.

 Além de entregar soluções digitais para esses públicos, a Go2neXt também participará da prova com uma equipe com o mesmo nome. Essa é a décima quarta vez que Paulo Pichini corre, como piloto, no Rally dos Sertões. Em todos esses anos, a equipe Go2neXt destacou-se pela ousadia de levar para os ambientes mais inóspitos do Brasil as mais sofisticadas soluções de tecnologia. “Sempre vi o Rally dos Sertões não somente como um hobby e, sim, como uma oportunidade de levar a inovação tecnológica ao limite, testando funcionalidades e alcance”, resume Pichini. Desde o Rally dos Sertões do ano passado, o carro 4×4 de Pichini está conectado com o caminhão TechTruck2Go. “A integração entre esses veículos em ambientes hostis é algo que já foi testado e comprovado e colaborou para que, em 2017, a Dunas Race contratasse nossos serviços”.

 Para Marcos Moraes, diretor-geral da Dunas Race, a organizadora do Rally dos Sertões, esse perfil da Go2neXt explica a escolha da empresa como provedora de serviços digitais para a prova deste ano. “Conhecemos o profissionalismo e a tecnologia desse time. A internet de excelente qualidade é fundamental em uma prova como o Rally dos Sertões; é a base para a transmissão de resultados e monitoramento dos competidores online, além do envio de conteúdos produzidos pelos jornalistas que acompanham a competição. Utilizamos as redes sociais cada vez mais, principalmente para as transmissões ao vivo”. As mudanças na organização do Rally – mais digital do que nunca – fizeram com que a criticidade do desafio aumentasse muito. “Nesse quadro, os serviços providos pela Go2neXt são fundamentais, pois a comunicação em uma competição dessa dimensão é um ponto central, algo extremamente relevante para que tudo ocorra com segurança”, diz Moraes.

TechTruck2Go conecta veículos 4×4 e o comando do Rally 

 Uma das principais novidades da edição deste ano é a entrada em cena do dispositivo Stella, a nova solução de Way Point Control adotada pelo Rally dos Sertões. Trata-se de uma plataforma inteiramente digital e conectada que envia o roteiro do dia para cada veículo da disputa. O Stella monitora se o carro percorreu efetivamente todo o percurso; a solução também transmite alertas em caso de acidentes e ou falhas mecânicas. Esse olhar digital serve, ainda, para avisar o piloto sobre a proximidade de um outro veículo, algo difícil de ser visualizado em meio à poeira da trilha ou à escuridão da área rural. A comunicação entre cada Stella instalado nos veículos 4×4 e o comando do Rally é garantida pelos serviços de conexão providos pela Go2neXt.

 Para a Go2neXt, o Stella é mais um dispositivo que dependerá, durante o Rally dos Sertões 2017, dos serviços conectados providos pelo TechTruck2Go. “Nosso projeto contempla todas as demandas de cada público, cada aplicação usada durante a disputa”, detalha Pichini. Além dos serviços de acesso à Internet, o projeto Go2neXt equaciona os desafios de segurança da informação dos sistemas que serão usados durante a prova. Uma vitrine do que há de mais avançado em Internet das Coisas (IoT), o TechTruck2Go irá servir, também, como centro de suporte aos briefings diários da organização do Rally. “Câmeras inteligentes, soluções de Digital Signage que formam um video wall e um ambiente de videoconferência estarão disponíveis para esses briefings diários”, descreve Pichini. Outro destaque do TechTruck2Go serão óculos 3D em que será possível visualizar, por meio de uma aplicação de Realidade Virtual, tudo o que Paulo Pichini vivenciou na trilha 4×4. “Nossa meta é prover para todo o público do Rally dos Sertões 2017 uma experiência digital sensacional. Queremos que os serviços e soluções Go2neXt tornem ainda mais memorável a disputa que, este ano, completa 25 anos”.

 Nesta edição, a equipe Go2neXt (carro 4×4 e caminhão TechTruck2Go) é patrocinada pela Comstor/Cisco. Essa empresa é responsável pelos roteadores usados pela equipe – isso inclui o router 829, instalado no carro pilotado por Paulo Pichini e conectado ao OBD do veículo. Na área de Digital Signage/Video Wall, o grande parceiro da Go2neXt é a Leyard/Planar. A Policom trouxe para o TechTruck2Go o rack de servidores e roteadores, entre outras soluções de infraestrutura. No quesito câmeras IoT com recursos de Video Analytics, Dahua e Policom trabalharam juntas para trazer o que há de mais avançado nesta área para os veículos da equipe Go2neXt. A Dahua, em especial, também contribuiu com um drone de alta tecnologia. Os serviços de Telecomunicações que a Go2neXt está levando ao Rally dos Sertões 2017 são oferecidos pela BT e por diversos provedores das regiões atravessadas pelo Rally.

Sobre a Go2neXt

 Empresa brasileira de integração e construção de ambientes de computação em nuvem, a Go2neXt vê a nuvem como a infraestrutura onde, com agilidade e redução de custos, é possível implementar inovadoras soluções de Internet das Coisas, BigData/Analytics, Data Center virtualizado, entre outras. A empresa propõe soluções que permitam que seus clientes mantenham o foco e a atenção no negócio final, de maneira a usar a tecnologia como uma alavanca de resultados. Isso acontece sem desprezar o legado existente, que deve cooperar e interoperar com os novos ambientes e soluções. A Go2neXt conta com um ecossistema de parceiros que inclui Cisco, Microsoft, Apple, Leyard/Planar, Dahua, British Telecom, Calamp, Citrix, EMC, Palo Alto, Aruba, Meraki, VCE, VMware e Westcon.

O portfólio Go2neXt inclui consultoria, projeto, implementação e gerenciamento de redes, de ambientes baseados em serviços gerenciados e de ambientes de computação em nuvem. A empresa é liderada por Paulo Pichini e Murilo Serrano, executivos com mais de 30 anos de experiência no mercado global de soluções de TI.

Mais informações no portal www.go2next.com.br.

f5 soluções
08 ago

F5 anuncia faturamento de US$ 517,8 milhões no terceiro trimestre do ano fiscal 2017

Autor: Olga MacedoCategorias: Blog, Press Releases
 
Resultado representa um aumento de 4,3% em relação aos US$ 496,5 milhões conquistados no mesmo período de 2016; o ano fiscal da F5 Networks termina em 30 de setembro
 
A F5, líder em soluções de ADN (Application Delivery Networking) – tecnologia que garante a entrega de aplicações rodando em ambiente Web – anunciou uma receita de US$ 517,8 milhões no terceiro trimestre fiscal de 2017, encerrado em 30 de junho. Comparando esse valor com o faturamento do mesmo quarter em 2016, isso significa um salto de 4,3%, o que equivale a US$ 21,3 milhões de dólares a mais.
 
O ano fiscal da F5 Networks termina no dia 30 de setembro.
 
Rita D’Andrea, country manager da F5 no Brasil, explica que esse crescimento, foi impulsionado pela adoção de aplicações e soluções de segurança iSeries, além de receitas referentes a Serviços. Esse resultado mostra, também, o impacto das vendas da região EMEA, que engloba Europa, Oriente Médio e África e no Japão.
 
Outro fator que influenciou diretamente essa receita foi o lançamento de novos produtos como o Application Connector 1.0 para conexão de infraestruturas de aplicações em nuvem pública e privada e suporte a BIG-IP na Google Cloud Platform. “Isso, com toda a certeza, reforçou a posição da F5 nos grandes projetos de nuvem múltipla”, afirma Rita D’Andrea.
 
Mesmo que a F5 tenha atingido um resultado 4,3% maior em relação ao ano anterior e uma forte lucratividade no terceiro trimestre, a porta-voz da F5 no Brasil diz que o desempenho em receita de produtos esteve abaixo das expectativas, particularmente na Europa e no Japão.
 
Para voltar a crescer
 
A retomada do crescimento da receita de produtos é a maior prioridade da companhia já para o próximo quarter. “Para o quarto trimestre do ano fiscal de 2017, com término em 30 de setembro, estabelecemos uma meta de receita de US$ 530 milhões a US$ 540 milhões”.
 
Para atingir essa meta, a country manager enfatiza que toda a equipe da F5 está focada em assegurar que as soluções da F5 se adequem às crescentes necessidades de implementação de aplicações de seus clientes, além de aumentar a relevância da empresa em fornecer serviços de aplicação cada vez mais seguros.
 
Uma reconciliação dos lucros GAAP e não-GAAP esperados pela empresa aparece na tabela abaixo:
 
Three months ended September 30, 2017
Reconciliation of Expected Non-GAAP Fourth Quarter Earnings
Low
High
 
Net income
$104.8
$106.8
Stock-based compensation expense
$44.0
$44.0
Amortization of purchased intangible assets
$2.8
$2.8
Tax effects related to above items
$(11.3)
$(11.3)
Non-GAAP net income excluding stock-based compensation expense and amortization of purchased intangible assets
$140.3
$142.3
 
Net income per share – diluted
$1.64
$1.67
Non-GAAP net income per share – diluted
$2.20
$2.23
 
Forward Looking Statements
This press release contains forward-looking statements including, among other things, statements regarding the continuing strength and momentum of F5’s business, future financial performance, sequential growth, projected revenues including target revenue and earnings ranges, income, earnings per share, share amount and share price assumptions, demand for application delivery networking, application delivery services, security, virtualization and diameter products, expectations regarding future services and products, expectations regarding future customers, markets and the benefits of products, and other statements that are not historical facts and which are forward-looking statements. These forward-looking statements are subject to the safe harbor provisions created by the Private Securities Litigation Reform Act of 1995. Actual results could differ materially from those projected in the forward-looking statements as a result of certain risk factors. Such forward-looking statements involve risks and uncertainties, as well as assumptions and other factors that, if they do not fully materialize or prove correct, could cause the actual results, performance or achievements of the company, or industry results, to be materially different from any future results, performance or achievements expressed or implied by such forward-looking statements. Such factors include, but are not limited to: customer acceptance of our new traffic management, security, application delivery, optimization, diameter and virtualization offerings; the timely development, introduction and acceptance of additional new products and features by F5 or its competitors; competitive factors, including but not limited to pricing pressures, industry consolidation, entry of new competitors into F5’s markets, and new product and marketing initiatives by our competitors; increased sales discounts; uncertain global economic conditions which may result in reduced customer demand for our products and services and changes in customer payment patterns; global economic conditions and uncertainties in the geopolitical environment; overall information technology spending; litigation involving patents, intellectual property, shareholder and other matters, and governmental investigations; natural catastrophic events; a pandemic or epidemic; F5’s ability to sustain, develop and effectively utilize distribution relationships; F5’s ability to attract, train and retain qualified product development, marketing, sales, professional services and customer support personnel; F5’s ability to expand in international markets; the unpredictability of F5’s sales cycle; F5’s share repurchase program; future prices of F5’s common stock; and other risks and uncertainties described more fully in our documents filed with or furnished to the Securities and Exchange Commission, including our most recent reports on Form 10-K and Form 10-Q and current reports on Form 8-K that we may file from time to time, which could cause actual results to vary from expectations. The financial information contained in this release should be read in conjunction with the consolidated financial statements and notes thereto included in F5’s most recent reports on Forms 10-Q and 10-K as each may be amended from time to time. All forward-looking statements in this press release are based on information available as of the date hereof and qualified in their entirety by this cautionary statement. F5 assumes no obligation to revise or update these forward-looking statements.
 
GAAP to non-GAAP Reconciliation
F5’s management evaluates and makes operating decisions using various operating measures. These measures are generally based on the revenues of its products, services operations and certain costs of those operations, such as cost of revenues, research and development, sales and marketing and general and administrative expenses. One such measure is net income excluding stock-based compensation, amortization of purchased intangible assets and acquisition-related charges, net of taxes, which is a non-GAAP financial measure under Section 101 of Regulation G under the Securities Exchange Act of 1934, as amended. This measure consists of GAAP net income excluding, as applicable, stock-based compensation, amortization of purchased intangible assets and acquisition-related charges. This measure of non-GAAP net income is adjusted by the amount of additional taxes or tax benefit that the company would accrue if it used non-GAAP results instead of GAAP results to calculate the company’s tax liability. Stock-based compensation is a non-cash expense that F5 has accounted for since July 1, 2005 in accordance with the fair value recognition provisions of Financial Accounting Standards Board (“FASB”) Accounting Standards Codification (“ASC”) Topic 718 Compensation—Stock Compensation (“FASB ASC Topic 718”). Amortization of intangible assets is a non-cash expense. Investors should note that the use of intangible assets contribute to revenues earned during the periods presented and will contribute to revenues in future periods. Acquisition-related expenses consist of professional services fees incurred in connection with acquisitions. In addition, expense related to a jury verdict and other associated costs of that patent litigation have been excluded from GAAP net income for the purpose of measuring non-GAAP earnings and earnings per share in fiscal 2016 and 2017.
 
Management believes that non-GAAP net income per share provides useful supplemental information to management and investors regarding the performance of the company’s core business operations and facilitates comparisons to the company’s historical operating results. Although F5’s management finds this non-GAAP measure to be useful in evaluating the performance of the core business, management’s reliance on this measure is limited because items excluded from such measures could have a material effect on F5’s earnings and earnings per share calculated in accordance with GAAP. Therefore, F5’s management will use its non-GAAP earnings and earnings per share measures, in conjunction with GAAP earnings and earnings per share measures, to address these limitations when evaluating the performance of the company’s core business. Investors should consider these non-GAAP measures in addition to, and not as a substitute for, financial performance measures in accordance with GAAP.
 
F5 believes that presenting its non-GAAP measure of earnings and earnings per share provides investors with an additional tool for evaluating the performance of the company’s core business and which management uses in its own evaluation of the company’s performance. Investors are encouraged to look at GAAP results as the best measure of financial performance. However, while the GAAP results are more complete, the company provides investors this supplemental measure since, with reconciliation to GAAP, it may provide additional insight into the company’s operational performance and financial results.
 
For reconciliation of this non-GAAP financial measure to the most directly comparable GAAP financial measure, please see the section in our Consolidated Income Statements entitled “Non-GAAP Financial Measures.”
 
  • Consolidated Balance Sheets
  • Consolidated Statement of Operations
  • Consolidated Statements of Cash Flows
  
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Sobre a F5
 
A F5 provê soluções para o universo das aplicações. A F5 ajuda as organizações a criarem soluções escaláveis de computação em nuvem, data center e SDN (Software Defined Network, rede definida por software). Em todos os casos, a tecnologia F5 garante a entrega das aplicações a qualquer usuário, em qualquer lugar, a qualquer momento. A plataforma F5 amplia o alcance das soluções de TI – isso é feito com a ajuda de um rico ecossistema de parceiros da F5, incluindo fornecedores de soluções para orquestração de data centers. Um dos destaques da estratégia de negócios da F5 é sua flexibilidade, permitindo que os usuários projetem o modelo de infraestrutura que melhor atenda às suas necessidades. As maiores empresas globais confiam na F5 para estar à frente das tendências de computação em nuvem, segurança e mobilidade. A companhia, que tem sede em Seattle, Estados Unidos, atua no mercado brasileiro desde 2001, através de distribuidores e revendas. No final de 2005, a F5 instalou oficialmente sua subsidiária brasileira, em São Paulo. Mais informações: www.f5.com
07 ago

Cisco reconhece Go2neXt como Destaque em Soluções de Colaboração 2017

Autor: Olga MacedoCategorias: Press Releases

Inovadoras soluções Go2neXt/Cisco de videoconferência, telefonia IP e mensageria

 justificam essa premiação 

 A Go2neXt, primeira empresa brasileira de integração e construção de ambientes de computação em nuvem, foi a grande vencedora do Prêmio Cisco Destaque em Soluções de Colaboração, edição 2017. De acordo com Paulo Henrique Pichini, CEO & President da Go2neXt, empresas das verticais de finanças, varejo e gigantes do mundo digital são algumas das corporações que utilizam as soluções de colaboração Go2neXt/Cisco. “Em todas elas, as plataformas de videoconferência, telefonia IP e mensageria da Cisco foram inseridas em sofisticadas soluções construídas pelos System Engineers da Go2neXt”, explicou Pichini. Interatividade, produtividade e inovação são alguns dos resultados alcançados com a soma da tecnologia Cisco e dos serviços da Go2neXt. “Como nossas ofertas são baseadas na nuvem e permitem o trabalho em grupo em qualquer momento, a partir de qualquer ponto ou dispositivo, elas garantem a agilidade e a redução dos custos dos nossos projetos de Collaboration”, enfatiza Paulo Pichini.

 Para Marcelo Ehalt, Diretor de Operações da Cisco Brasil (Partner Organization), a Go2Next é um parceiro que vem se destacando, ano a ano, por meio do desenvolvimento de novas ofertas de colaboração baseadas em plataforma Cisco. O resultado é a entrega, aos clientes da Cisco/Go2neXt, de uma experiência única. “Essa oferta traz à corporação usuária ferramentas que ajudam no aumento de produtividade e na redução de custos operacionais da empresa”.

 A Go2neXt é um Cisco Select Partner desde sua fundação, em 2011. Em 2015, a empresa recebeu o prêmio Cisco Destaque em Segurança. “Nosso conhecimento sobre as ofertas Cisco e nosso compromisso de entregar ao cliente a solução mais inovadora são diferenciais da cultura Go2neXt”, ressalta Paulo Henrique Pichini.

 Sobre a Go2neXt

 Empresa brasileira de integração e construção de ambientes de computação em nuvem, a Go2neXt ajuda a corporação usuária a migrar, de forma flexível, segura e com excelente custo/benefício, de ambientes legados para ambientes virtualizados e de cloud computing. A Go2neXt conta com um ecossistema de parceiros que inclui Alog, Cisco, Citrix, EMC, Fluke Networks, Jamcracker, Microsoft, UOL, VCE, VMware e Westcon, entre outros. A empresa propõe soluções que permitam que seus clientes mantenham o foco e a atenção no negócio final, de maneira a usar a tecnologia como uma alavanca de resultados, sem a necessidade de grandes investimentos e de apropriação de ativos. Isso acontece sem desprezar o legado existente, que deve cooperar e interoperar com os novos ambientes e soluções. Outro destaque da oferta Go2neXt é o fato de poder ser utilizada sob demanda, a custos flexíveis e previsíveis (CoD – Costs on Demand).

O portfólio Go2neXt inclui consultoria, projeto, implementação e gerenciamento de redes tradicionais, de ambientes baseados em serviços gerenciados e de ambientes de computação em nuvem. A empresa é liderada por Paulo Pichini e Murilo Serrano, executivos com mais de 25 anos de experiência no mercado global de soluções de TI. Mais informações no portal www.go2next.com.br.

07 ago

Relatório da Vertiv mostra quais são as indústrias mais críticas do mundo 

Autor: Olga MacedoCategorias: Blog, Press Releases

Energia, transportes públicos e telecomunicações ocupam as primeiras posições e destacam-se como setores que atuam como alicerces da sociedade atual; a inatividade das empresas dessas áreas provocam falhas em todas as outras indústrias

A Vertiv™, anteriormente Emerson Network Power, revela em seu mais recente relatório, Classificação das Indústrias Mais Críticas do Mundo, que os serviços de energia, incluindo eletricidade, gás, energia nuclear e tratamento de águas, são os setores da economia mais críticos do mundo. De acordo com Jack Pouchet, vice-presidente do desenvolvimento de mercado da Vertiv, a companhia reuniu um grupo de especialistas de infraestruturas críticas globais para quantificarem e classificarem, de forma sistemática, a criticidade de várias indústrias com base em 15 critérios. “Transportes públicos (em particular os transportes ferroviários e aéreos), posicionam-se na segunda posição da lista, seguidos das telecomunicações, atividades de óleo e gás, armazenamento em nuvem e instalações compartilhadas”, afirma Pouchet.

 O executivo explica que o grupo de especialistas estabeleceu os critérios que definem os vários potenciais impactos a partir da perda da disponibilidade de sistemas críticos, avaliando-os com base na gravidade do impacto. Ele acredita que o denominador comum no topo dessa lista é a interconexão entre essas indústrias.

Para o VP de desenvolvimento de mercado da Vertiv, esses setores são importantes para os alicerces da sociedade atual, por isso, os períodos de inatividade em uma dessas áreas podem ecoar por todas as indústrias e por todo o mundo. “Essa realidade não tem volta; ao contrário. A criticidade aumenta à medida que o nosso mundo se torna mais móvel, mais conectado e com mais dispositivos Internet das Coisas”.

 Outros destaques do estudo

 Jack Pouchet relata que, segundo o relatório, energias e águas limpas são necessidades fundamentais em uma sociedade desenvolvida. São setores da economia que suportam a maioria das outras indústrias e serviços. Esse quadro torna os serviços de energia uma escolha óbvia para o lugar de indústria mais crítica.

O VP destaca, ainda, que os transportes públicos situam-se em segundo lugar, com os especialistas mencionando não só a segurança dos passageiros, mas também o impacto maciço que os atrasos e interrupções podem ter em vários negócios e mercados no mundo. Dando continuidade à lista, Pouchet conta que a terceira posição, ocupada pelas telecomunicações, reflete a importância da comunicação e da conectividade em atividades pessoais e empresariais, bem como em situações de emergência.

O impacto no setor financeiro

 O estudo avalia, ainda, que os serviços financeiros completam a lista das principais indústrias em termos dos impactos financeiros dos períodos de inatividade não planejados. Segue-se o comércio eletrônico, juntamente com o armazenamento da nuvem e instalações. O grupo de especialistas identificou, também, o armazenamento em nuvem e instalações compartilhadas como algums dos setores em mais rápida ascensão, sendo cada vez mais críticas.

O armazenamento em nuvem e instalações compartilhadas continua acelerando, é o que afirma o especialista Tony Gaunt, diretor sênior de instalações compartilhadas, nuvem, setor financeiro, serviços financeiros e seguradoras para a Vertiv na Ásia. Para Gaunt, o armazenamento em nuvem e instalações compartilhadas também se posicionam na quinta posição da lista global de indústias mais críticas devido ao aumento da dependência dessas plataformas em vários negócios.

 “Estamos no início da curva ascendente da adoção da nuvem por parte das indústrias nucleares e é provável que os serviços críticos do futuro (as redes da IoT que suportam pequenas cidades e fábricas, por exemplo) venham a ser desenvolvidos na nuvem”, conclui Tony Gaunt.

 A lista completa de setores críticos, bem como a análise de categorias específicas, indústrias em ascensão e a metodologia de classificação estão disponíveis no relatório Classificação das Indústrias Mais Críticas do Mundo. Para ver a classificação das outras indústrias, use a Calculadora de Criticidade. Para obter mais informações sobre tecnologias e soluções de disponibilidade de rede e conteúdos adicionais da Vertiv, visite VertivCo.com.

 # # #

 Sobre a Vertiv

 A Vertiv projeta, constrói e repara infraestrutura crítica que capacita aplicações vitais para data centers, redes de comunicação e instalações comerciais e industriais. Anteriormente denominada Emerson Network Power, a Vertiv apoia os mercados atualmente crescentes de computação móvel e na nuvem, com um portfólio de soluções de gerenciamento de energia, térmico e de infraestrutura, incluindo as marcas ASCO®, Chloride®, Liebert®, NetSure™ e Trellis™. As vendas no ano fiscal de 2016 foram de USD 4,4 bilhões. Para mais informações, visite www.VertivCo.com.

02 ago

Fraudes feitas por funcionários: o crime nasce na empresa 

Autor: Olga MacedoCategorias: Artigos Assinados

Rita D’Andrea*

  

Uma empresa de serviços digitais descobriu, recentemente, que era vítima de fraudes perpetradas por seus próprios funcionários. Profissionais internos renovavam continuamente pacotes de degustação de serviços oferecidos gratuitamente a vários clientes. Dessa forma, alguns usuários tinham acesso pleno à oferta desta empresa sem, no entanto, pagar um centavo por isso.

 Parceiros externos desta corporação também estavam envolvidos no golpe. O quadro de fraudes era agravado, ainda, pelo fato de ocorrer constantemente o roubo ou a compra de senhas de acesso às aplicações de negócios desta empresa – os sistemas que, ativados, autorizariam a entrega dos serviços digitais. Uma investigação policial mostrou, posteriormente, que essas ações criminosas eram provocadas por pressões e ameaças de traficantes aos operadores do contact center desta empresa.

 Em plena era de transformação digital, cada etapa desta fraude ocorreu por meio do uso indevido das aplicações corporativas, sistemas responsáveis por manter os processos e os negócios dessa corporação funcionando.  Ao final do dia, milhões de reais se perderam, e essa empresa teve de iniciar uma revolução interna e externa para garantir a segurança de seus processos e aplicações.

 A fraude ocupacional, também conhecida como desfalque, ocorre quando, por meio de um processo deliberado, um colaborador faz mau uso ou emprega mal os recursos ou o patrimônio de uma empresa em seu próprio benefício pessoal. Segundo a empresa de pesquisas de mercado Static Brain, em 2014 funcionários norte-americanos roubaram US$ 50 milhões das empresas onde trabalham.

 Um dado preocupante é que esse ataque interno é difícil de ser descoberto: o tempo médio de ocorrência da fraude antes de sua detecção é de 2 anos.

 Em 2014, dados do Estudo Global de Fraudes (um levantamento realizado pela maior entidade de fiscais de fraudes dos EUA, a Association of Certified Fraud Examiners), mostraram que 77% das fraudes ocupacionais foram cometidas por funcionários das áreas de contabilidade, operações, vendas, gestão executiva, atendimento ao cliente, compras ou finanças. Quanto aos setores da economia, bancos e serviços financeiros, governo e administração pública, telecomunicações e indústria tenderam a ter o maior número de casos de fraude. Somente no mercado norte-americano de Telecom, por exemplo, estima-se que as fraudes tragam prejuízos anuais de mais de US$ 40 bilhões por ano (dado da Communications Fraud Control Association).

 A fraude ocorre primariamente em empresas com claras vulnerabilidades em seus processos e sistemas. São corporações que já vivem a transformação digital, mas ainda não contam com políticas e tecnologias de segurança à altura da engenhosidade dos criminosos. Neste quadro, os sistemas de faturamento (entre outras aplicações de negócios) e as vulnerabilidades das redes são facilmente explorados para obter acesso. Uma das fraudes mais comuns é o roubo de identidades – somente este tipo de crime gerou, nos EUA, no ano passado, perdas na ordem de US$ 4,32 bilhões.

 O roubo de identidade é especialmente eficaz na hora do criminoso acessar os dados essenciais para que se cometa o desfalque.

 Complexas aplicações corporativas rodando na nuvem ou fora da nuvem são o alvo preferencial: usuários internos irão disparar ações que estão além de sua área de trabalho e dos direitos de acesso que receberam de seu empregador, passando a autorizar, de forma fraudulenta, a compra ou venda de serviços, o cadastramento de novos clientes, a transferência de recursos, etc. 

 A luta contra esse tipo de fraude é algo que alia soluções tecnológicas a novos processos, treinamentos e controles (foco em pessoas). Algumas das melhores práticas para reduzir o risco de fraudes incluem estabelecer uma central de atendimento antifraude pronta a receber denúncias (anônimas ou não). É importante, ainda, efetuar auditorias de surpresa.

 Nesta empreitada é fundamental, ainda, implementar sistemas que monitorem e analisem ativamente os dados e as aplicações da empresa. Esses sistemas “lerão” o comportamento da aplicação e emitirão um alerta no caso de acessos estranhos ocorrerem. A plataforma IAM (Identity and Access Management, gerenciamento de identidade e acesso) pode ajudar nesta luta. Essa tecnologia de segurança autentica com grande precisão a identidade (e os consequentes direitos de acesso) da pessoa que deseja interagir com a aplicação missão crítica.

As soluções IAM são um aliado importante do CISO na defesa dos sistemas que mantém o negócio funcionando – não por acaso, os mesmos sistemas que o fraudador tenta penetrar.

 Uma das missões dessas soluções é analisar o contexto de onde está sendo feito o acesso do usuário. Onde ele está? Por qual tipo de dispositivo a pessoa está acessando a aplicação? O acesso está sendo feito no horário comercial? Esse usuário passou pelo crivo da tecnologia MFA (Multiple Factor Authentication, autenticação realizada a partir de múltiplos fatores – senha, reconhecimento biométrico, posse de um token)? É recomendável que o uso de soluções como estas esteja inserido num quadro de ações que visem a transformação da cultura corporativa e a interiorização, por parte dos funcionários, de novos valores.

 A checagem de cada um desses pontos aumenta a inviolabilidade do ambiente corporativo e dificulta a realização das fraudes. Em tempos de transformação digital, derrota a fraude quem, entre várias iniciativas, protege o coração do negócio: a aplicação.

 *Rita D’Andrea é country manager da F5 Brasil

17 jul

Internet das Coisas converte visitante do varejo em cliente

Autor: Olga MacedoCategorias: Artigos Assinados

Paulo Henrique Pichini*

A compra da rede de supermercados Whole Foods pela Amazon consolida um movimento muito forte do varejo mundial: a dissolução das barreiras entre o mundo digital e as operações tradicionais de comércio. A Amazon está acostumada a mapear as buscas e decisões de compra de seus usuários online. A meta é aprofundar o perfil analítico daquele consumidor e, a partir daí, gerar incentivos para essa pessoa comprar outros produtos. Essa mesma estratégia será, certamente, usada pela Amazon nas 460 lojas físicas da rede Whole Foods. Para coletar dados sobre o comportamento do cliente dentro da loja física, a Amazon investirá em tecnologias IoT (Internet das Coisas) como sensores, alarmes e analisadores de presença em tempo real de cada um dos visitantes da loja Whole Foods. Essa infraestrutura invisível aos olhos do consumidor dará origem a grandes volumes de informação, que após passar pelos moedores e transformadores de dados (analytics) retornam em formato resumido (dashboards) que permitem tomadas de decisões imediatas.

Essa rapidez é essencial no mundo do varejo, com características originais e exclusivas em comparação a outras verticais. Vendas, promoções, lançamentos e outras movimentações têm um timing muito específico: o médio e longo prazo em varejo alcança uma semana, duas no máximo. O curto prazo é no mais tardar amanhã de manhã.

É dentro deste dinamismo de processos que novas tecnologias e soluções estão se posicionando dentro de lojas e áreas de comércio de produtos. Isso acontece independentemente de seus valores de ticket, que via de regra caracterizam-se pela larga escala e baixo valor médio. É um universo com alto volume de visitantes e, hoje em dia, baixo volume de negócios. Uma loja de departamentos, por exemplo, avalia que de cada 100 visitantes que entram na loja, somente 40 chegam ao provador e, destes, somente 6 efetivam algum tipo de compra. Destes 6, possivelmente 1 ou 2 comprarão algo extra e não planejado.

Trata-se de uma janela de oportunidades que, se bem trabalhada, pode multiplicar o faturamento de uma rede de lojas em curto espaço de tempo.

O varejo já está pesquisando sensores que alavanquem vendas. Isso é feito a partir do maior detalhamento de produtos ou, ainda, de sugestões de produtos complementares ao já adquirido pelo cliente. Muitas soluções baseadas em RFID, NFC e outros códigos e sensores podem melhorar a experiência do consumidor, oferecendo maior volume de informações. O momento atual da economia, porém, faz com que o gestor do varejo priorize o conhecimento dos visitantes e o aumento da capacidade de conversão das lojas (efetivação da compra do produto).

A Internet das Coisas para a vertical varejo toma várias formas – esse conceito está por trás de soluções como Beacons, câmeras conectadas às soluções de Video Analytics, etc. Nesse momento, existem profundas discussões sobre que tecnologias IoT usar para melhor entender um visitante da loja e suas características. A meta é extrair informações estratégicas, que possam melhorar a experiência do consumidor em sua próxima visita à loja. As perguntas mais comuns estão ao redor do uso de Beacons (Bluetooth), em especial sobre o novíssimo Eddystone (solução da Google similar ao Bluetooth). Plataformas como Wi-Fi (rede sem fio), POS (Point of Sale – ponto de venda) e, finalmente, o Video Analytics também chamam a atenção do mercado.

Os Beacons reconhecem a chegada do visitante na loja. Para isso, basta que a pessoa esteja com a função Bluetooth ativada em seu dispositivo móvel. Essa tecnologia tem áreas de cobertura bastante restritas. Com isso, em grandes lojas, o número de Beacons espalhados deverá ser grande, o que impacta o custo total da solução. De acordo com o relatório Proxbook de 2016, hoje metade da indústria suporta o padrão Beacon Google Eddystone.

O Wi-Fi, por outro lado, é uma tecnologia bastante conhecida. É comum encontrarmos redes Wi-Fi em 70% das áreas urbanas. Por essa razão, o Wi-Fi utilizado em soluções de Retail Analytics é mais facilmente implementado. O ponto vulnerável desta opção é que essa plataforma não produz informações analíticas que mereçam destaque. São soluções básicas, que não exigem App instaladas nos dispositivos móveis dos potenciais consumidores. O leque de escolhas do varejo é complementado, ainda, pelo POS. Essa tecnologia é equipada para cobrir com competência todo o ambiente da loja física. Por outro lado, o POS só atuará sobre clientes que efetivamente completarem a aquisição do produto.

 Uma das ofertas mais ricas é o Video Analytics, solução de software que permite que se analise automaticamente o video de pessoas dentro da loja.

Segundo pesquisas da Market&Markets, esse mercado atingirá 2,61 Bilhões de dólares até o final deste ano. Até 2022 essa marca chegará a US$ 11,17 bilhões.  As novíssimas soluções baseadas em Video Analytics têm um diferencial importante. As câmeras apresentam capacidade de análise, processamento e em alguns casos até armazenamento de informações. O dado assim tratado será enviado, a posteriori, aos motores de analytics, devolvendo dashboards muito mais completos.

Note que todas estas tecnologias e soluções são capazes, dentro de suas limitações, de reconhecer a chegada de um visitante (primeira visita à loja), ou, ainda, de identifica-lo novamente em segunda visita. Neste caso, entra em cena algum tipo de App, presente no dispositivo móvel do consumidor.

Para cada ambiente e necessidade, espaço físico e perfil de negócio, estas tecnologias são integradas e trabalham de forma mais ou menos eficiente. A meta é medir o número de visitantes, os diversos tempos dele dentro da loja e em áreas especificas nesta loja (dwell time), as taxas de conversão, a eficiência das promoções, o gênero e a faixa etária do visitante, etc. São informações que aumentam agressivamente o poder de decisão do board (normalmente remoto, longe da loja), mas também de colaboradores locais. Isso é feito de forma instantânea ou online.

De qualquer maneira, a combinação das várias tecnologias para varejo em espaços e necessidades diferentes é sempre o mais recomendado. Como o mercado tem uma ânsia muito grande por ter a loja “acesa”, reconhecendo e entendendo todos os visitantes, a indústria do varejo busca de forma acelerada estas soluções. O resultado é que, muitas vezes, inicia-se uma POC (prova de conceito) sem antes se debruçar sobre um minucioso anteprojeto. Essa etapa prévia é essencial para definir quais informações e decisões são cruciais e precisam estar à disposição da solução de Retail Analytics.

Esta ansiedade retrata o momento que o segmento vive, algo bastante comum em mercados que começam a usar a Internet das Coisas. Neste quadro, as empresas buscam informações que nunca foram coletadas antes ou, então, foram coletadas, mas não de forma massiva e sem terem sido refinadas. O resultado é uma base de dados frágil, construída a partir de estatísticas superficiais ou insuficientes sobre o comportamento do consumidor dentro da loja física.

O melhor desenho do projeto e a melhor definição das informações desejadas, com acuracidade inédita, determinam o sucesso deste novo modelo de varejo físico. 

As tecnologias estão maduras e podem ser implementadas de forma relativamente simples. A presença de plataformas como Beacon, Wi-Fi, POS e Video Analytics dentro do ambiente da loja física provoca inevitavelmente uma ruptura nas tradicionais formas do varejo planejar seus negócios. Este é, no entanto, o melhor caminho para os players que desejam desenhar um futuro conhecido, seguro e livre de surpresas.

*Paulo Henrique Pichini é CEO & President da Go2neXt Cloud Computing Builder & Integrator.

sIMON VERTIV
12 jul

Automóvel autônomo: a chave está no data center

Autor: Olga MacedoCategorias: Artigos Assinados

Simon Blake*

A disputa pelo mercado dos veículos autônomos envolve gigantes como Apple, Google e Tesla, além de todas as grandes montadoras de automóveis. A razão pela demanda é óbvia. A automação irá aumentar significativamente a segurança nas ruas e estradas – a tecnologia dos freios autônomos de emergência, por exemplo, contribui para reduzir acidentes. Outra vantagem é que o consumo de combustível será reduzido drasticamente. Sistemas autônomos são programados para frear e acelerar com o nível máximo de eficiência, uma inovação que, segundo a consultoria McKinsey, poderá reduzir as emissões de dióxido de carbono dos carros em até 300 milhões de toneladas por ano. Esta empresa aponta, também, os benefícios em produtividade que podem ser gerados por liberar os humanos da responsabilidade de dirigir. Com a adoção em massa dos carros autônomos, 1 bilhão de horas do dia serão economizadas pelas pessoas em todo o mundo. Somente no Reino Unido, a consultoria KPMG prevê que, em 2030, carros autônomos e conectados irão beneficiar a economia em até 51 bilhões de libras por ano.

Hoje os motoristas já conhecem os carros conectados. São os veículos que têm acesso à Internet e possuem uma variedade de sensores, sendo capazes de enviar e receber sinais, perceber o ambiente físico do seu entorno e interagir com outros veículos ou entidades. Segundo a consultoria PWC, prevê-se que as receitas de carros conectados disparem e atinjam mais de 155 bilhões de dólares até 2022.

Entretanto, quando falamos sobre carros autônomos, estamos falando sobre algo muito mais impactante.

O foco é em veículos que operam sem motorista humano – um conceito que, provocará uma revolução no volume gerado por dados automotivos. Se um único carro conectado gera hoje 25 GB de dados por hora, no futuro um carro autônomo tem a probabilidade de gerar uma quantidade dez vezes maior. Essas informações são importantes porque, na era dos veículos autônomos, é o binômio dado/conectividade que irá manter o mundo girando.

Vale a pena, portanto, investigar o impacto dos carros autônomos nos ambientes digitais. Tudo começa na miríade de sensores altamente sensíveis espalhados pelo veículo, dispositivos capazes de detectar perturbações tão leves quanto um cigarro caindo no chão. Esses sensores estarão a todo momento analisando os seus entornos em busca de sinais que acusem que os freios precisam ser acionados ou que é necessário acelerar o carro.

Veículos como esses têm embutidos computadores, receptores de GPS, dispositivos de rede wireless com acesso a sensores localizados no próprio carro e também acesso à Internet. Além disso, os carros autônomos interagem todo o tempo com redes wireless de sensores fora do carro: dispositivos implementados no entorno físico do automóvel.

Ou seja: os veículos autônomos estarão sincronizados com uma grande rede municipal, estadual ou federal que gerará dados sobre o ambiente e as vias locais (ruas, avenidas, estradas, pontes) do seu entorno. Essas redes instaladas fora dos carros monitoram congestionamentos na via, acidentes e potenciais perigos, etc.

O BigData do veículo autônomo vai além dos dados gerados pelo carro: o entorno também cria dados sobre os ambientes físicos por onde o carro trafega.

O veículo autônomo típico, dirigido cerca de 90 minutos por dia, gerará cerca de 4 terabytes de dados por dia.  Alguns fabricantes de carros ainda em testes já estão gerando mais de um petabyte de dados por mês. Nesse contexto, data centers são essenciais para consolidar, gerenciar e analisar o imenso BigData gerado pelos veículos autônomos e por seu entorno. Essa realidade é um desafio para todos que pensam em transformação digital e na infraestrutura necessária para que esse avanço aconteça.

Para lidar com esta crescente demanda, a resiliência e disponibilidade da infraestrutura do data center serão cruciais. Os veículos autônomos precisam se manter conectados ao computador que gerencia seus dados. O mesmo vale para as ruas, avenidas e estradas por onde esse veículo trafegará.

Veja abaixo alguns vetores de transformação do data center na era do carro autônomo:

  1. Colocation e Edge Computing serão essenciais. No mundo dos carros autônomos, a latência de dados é um grande perigo. No conceito de Edge Computing, os data centers deverão ser menores e mais espalhados, de maneira a estarem mais próximos dos locais onde os carros autônomos estarão trafegando. Uma outra forma de resolver esse desafio é investir em Colocation em data centers já existentes, de modo a montar uma infraestrutura distribuída de data centers, algo fundamental para garantir a conexão e a operação dos veículos autônomos.
  2. O gerenciamento da infraestrutura do data center será crítico para o sucesso dos automóveis autônomos. A falha de um elemento do data center poderá provocar, em instantes, um engarrafamento de 10 carros. Isso torna a operação do data center mais crítica do que nunca. Neste contexto, é recomendável contar com soluções de gerenciamento de infraestrutura DCIM (Data center infrastructure management). Essas sofisticadas plataformas serão capazes, por exemplo, de equacionar as demandas de energia do data center que atua como retaguarda do carro autônomo. Além de trabalhar pela continuidade do processamento, as soluções DCIM buscam formas de otimizar e economizar no consumo de energia, demanda que aumentará de forma exponencial com a disseminação dos carros autônomos.

O mundo vive um momento de grande transformação. O potencial do automóvel autônomo é algo que chama a atenção de mercados, e vai definir o futuro. É bom lembrar, no entanto, que a chave para o automóvel autônomo está no data center.

Para saber mais sobre as mudanças que o carro autônomo trará ao mundo digital, por favor, acesse o link: https://www.vertivco.com/globalassets/documents/white-papers/vertiv_ebook_1_vr___autonomous___critical_pt_141545_0.pdf

*Simon Blake é diretor de Marketing da Vertiv para a região que engloba Europa, Oriente Médio e África (EMEA).

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